26/11/2009
Algo sobre mim...
Ter um blog, escrever coisas legais e divertidas, noticias e “achismos” sobre o que eu vejo por ai até foi um principio, mas acabou que virou pessoal, eu passei por uma fase um tanto conturbada de pensamentos e mesmo querendo ser entendida não me deixava ser.  Revoltei. Parei de publicar meus textos.


Dai pensei... O que que se escreve, conversa, acredita que não seja pessoal. Desde o gostar de uma música, falar mau ou bem seja lá do que for sempre é pessoal. Porque então falar sobre sentimentos e pessoalidades é sempre tão incômodo?


Creio ter escrito de tudo um pouco aqui.  Meus medos, alegrias, descobertas pessoais depois de “crescidinha”... Sexo, amor, amizade, companheirismo, carinho, decepção, ódio, amor. E lendo alguns comentários me senti bem pela sinceridade de pessoas que hoje realmente estão no meu ventrículo esquerdo. Comentarios não interessados em ter a certeza do que eu queria dizer, mas simplesmente de pessoas que encontraram uma maneira de não falar bobagem e sentir de alguma forma o que estava escrito.


Afinidade? Acho que seria um bom nome.


Hoje me deu vontade de escrever um texto assim. To me sentindo livre, sei lá. Espero que meus posts voltem a ter esse sentido - Livre -.  Quero falar de coisas e pessoas que gosto e fizeram, fazem e dão sentido a minha vida. Dar “nome aos bois” de quem lembro quando vejo alguma coisa, passo ou estou em algum lugar onde tenho a certeza de que gostariam de estar .


São Paulo é realmente um lugar sensacional, todos os lugares me lembram pessoas especiais e seus gostos que conheço bem e me identifico com cada um deles de uma maneira quando não intensa diferente. As reuniões marilienses então... Me dá um ar de saudosismo e conforto inevitável. Dai você, caro leito imaginário, me pergunta: E voltar pro interior, rola?


Bem que eu gostaria.


Ver a Patrícia de barrigão e o Marcão todo bobo por isso, escutar o Paulo Mopho tocando Vídeo Hits (eu vou cobrar isso dele... nunca tocou na minha presença) em um churrasco qualquer ou no "um banquinho, um violão". Ir no cinema a pé. Encontrar a Aninha, Camila, Tânia, Flavia, Mariana, Dani, Paula – ih, são muitas – e rir da tamanha diferença e afinco de personalidades. Chegar em casa, abrir a porta do quarto dos meus pais e ver minha mãe dormindo, olhar meu irmão no sofá. Sentir que durante a madrugada meu pai  ainda abre a porta do meu quarto pra babar a  cria e ficar irritada com o Uilson saindo de manhazinha fazendo barulho na garagem. Frequentar a Perna's House e ver o Felipe crescendo e falando igual a um papagaio, meu pequeno grande nerd. “Discutir” cinema com o Zé sentada em um boteco bebendo CERVEJA e confessar à namorada dele que me convenceu a dar uma chance ao mangá (ou eu vou gostar ou odiar). Ver o Fer brincando com tudo, com todos e qualquer um achando que o mundo inteiro tem o seu “bom humor”... Sentar em qualquer bar e olhar praquela mesa grande cheia de gente que eu gosto tanto.


Mas a Vida é a esposa perfeita de Murphy. Humor negro bem afiado desafiando você a todo momento...

 

 


.::._ ao pé do ouvido _.::. Los Hemanos - Discografia completa

posted by Gabí at 01:52 PM | in:
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Comments:
Comentário Sem Título
O sentimento diminui, mas nunca passa! rs
Comentário por Antonio as 05:34 PM, 2/12/2009 | Link | |
o mundo da voltas...
... aguarde e confie, irmãzinha... aguarde e confie...
Comentário por zé as 11:35 PM, 29/11/2009 | Link | |


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