Costa do Sauípe – Bahia
A PREFERÊNCIA POR CUBA
Uma pomposa reunião com os presidentes dos países latinos que teve como único resultado visível o apoio ao regime de Fidel Castro e seu sucessor Raúl Castro
Foto:Ricardo Stuckert/PR
Raúl Castro recebido em Brasília por Lula com toda a Pompa
Fontes: O Globo
Ao se observar o resultado final dessa reunião de presidentes Latino americanos na paradisíaca Costa do Sauípe, na Bahia, vê-se que tudo foi um desperdício de dinheiro, tempo e prejuízos para o Brasil que acabou ganhando encargos novos sem a contrapartida de vantagens, e a responsabilidade de liderar uma reunião anti Estados Unidos, no momento em que um novo presidente americano está prestes a assumir e que o mundo passa por delicada situação econômica.
Parecia uma reunião de esquerdistas dos anos 50 com todos de alguma maneira destilando veneno contra os Estados Unidos e protegendo Cuba e seu sucessor de ditador, Raúl Castro, tratado como grande estadista, esquecida a sua biografia de executor dos fuzilamentos de oposicionistas ao regime, em prática até bem pouco tempo.
Assim Cuba foi à estrela da reunião, constando no documento final um pedido para que os Estados Unidos suspenda o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba.
O inconseqüente presidente da Bolívia, Evo Morales, chegou a pedir aos líderes latino-americanos que expulsem os embaixadores americanos de seus países, até que os Estados Unidos suspendam o embargo.
Ninguém diz uma só palavra sobre os motivos que levaram os americanos a fazer o tal embargo, nem sobre o mau caratismo do Sr Fidel Castro, que para se manter no poder, no início dos anos 60 optou por ceder o seu território a União Soviética para que fossem instalado bases de lançamento de mísseis nucleares, na Ilha, apontados para alvos americanos.
O incidente quase levou o mundo a uma terceira guerra mundial, desta vez com uso de armas nucleares, e se não fosse um surpreendente entendimento entre o Presidente dos Estados Unidos, John Kennedy e o primeiro Ministro soviético Nikita Kruschev para o desmantelamento das bases, as conseqüências seriam desastrosamente imprevisíveis.
Os americanos desde então vem tratando o regime de Fidel Castro como de um vizinho inimigo que é capaz de tudo para prejudicá-lo e pronto para apoiar qualquer iniciativa de destruí-lo.
Antes desse incidente nuclear Fidel Castro que apoiado pelos americanos derrubou o regime ditatorial de Fulgêncio Batista em Cuba, já tinha aprontado contra os americanos, ao assumir o poder, tratou de expulsar os americanos residentes na Ilha e desapropriar todos os bens de americano em território cubano. Hotéis, cassinos e restaurantes americanos foram simplesmente confiscados e passados a propriedade ao governo de Fidel.
Agora que estão na penúria sem a ajuda econômica da União Soviética desmantelada, o regime de Fidel vive sonhando o dia em que o embargo americano acabe para receber turistas americanos, vender o seu açúcar e receber investimentos dos Estados Unidos.
Comprovando que o regime cubano continua o mesmo o "presidente" cubano, Raúl Castro, propôs nesta quinta-feira, em Brasília, que os americanos façam uma troca de prisioneiros, que libertaria os dissidentes presos em Cuba, por cinco agentes cubanos presos nos Estados Unidos, acusados de espionagem.
Sugere, pois, que os americanos se apiedem dos cubanos que ele mantém preso apenas por serem da oposição, e para tanto soltem cinco agentes que praticavam espionagem em território americano, julgados e condenados por um tribunal.
Ele diz que mandaria os dissidentes e suas famílias para os Estados Unidos, ou seja, livrar-se-ia de incômodos conterrâneos e mandaria um bando de miseráveis para os americanos cuidar. Estranha troca de prisioneiro essa que só envolve cubanos, e um presidente que não se envergonha de usar os seus patrícios como reféns.
Entenda a crise dos mísseis soviéticos em Cuba lendo a Revista Veja de outubro de 1962
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CORREA CRITICA BRASIL, MAS DIZ QUE QUITARÁ
PRÓXIMA PARCELA DA DÍVIDA COM BNDES
Foto: Presidencia de la República del Ecuador
Será impressão nossa, ou Lula tinha bebido quando se encontrou com Rafael Correa?
A foto é do Portal da Presidência do Equador.
Fonte: O Globo
O presidente do Equador, Rafael Correa, propôs ao MERCOSUL a criação de um fundo regional de reservas para enfrentar a crise. Possivelmente a intenção dele é conseguir um empréstimo nesse fundo, pois não consegue mais dinheiro em lugar nenhum do mundo, depois dá outro calote como é da sua natureza.
Segundo o Globo “o presidente do Equador, Rafael Correa, causou constrangimento a seu colega Luiz Inácio Lula da Silva ao criticar - durante entrevista coletiva da Cúpula da América Latina e Caribe para Integração e Desenvolvimento - a decisão do Brasil de trazer de volta o embaixador que atuava naquele país após o governo equatoriano contestar uma dívida junto ao BNDES. No encontro bilateral com Lula, Correa disse que vai honrar a próxima parcela da dívida - de cerca de US$ 20 milhões e que vence dia 29. O total devido é de US$ 243 milhões.
Não se pode confiar nessas promessas de Correa, da última vez que encontrou com Lula em Manaus, ele disse que havia se acertado com a Odebrecht e logo que chegou ao país expulsou a construtora brasileira do território equatoriano com grande estardalhaço.
Diante de um Lula com a fisionomia fechada, Correa disse que aquela entrevista não era o local adequado para tratar da dívida, mas lembrou que o Equador não teve o mesmo comportamento do Brasil quando a Petrobras contestou, em comissão arbitragem internacional, um contrato naquele país.
Ou seja, fica tudo como está.
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