houve dias em que não permiti amanhecer, estações que não admiti que desabrochassem. vaguei, perdido, confuso em meus próprios passos, até esquecer o meu nome, até me tornar aço. quantos dias, quantas estações vivi assim, esperando que nascesse uma rosa no asfalto? quantas vezes chorei, olhando para o passado?


