Tribuna Cética | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O avanço científico e a origem do universo (K.Stumpf)É cedo para dizer que o universo foi projetado por uma força superior inteligente. Deixar de pesquisar e apenas acreditar é parar no tempo. O homem é investigador por natureza, é curioso. Costumo fazer a seguinte analogia: Acreditar sem investigar é como ganhar uma caixinha fechada e guardá-la até a morte sem ao menos tentar abri-la. Isto é, você nunca vai saber o que havia dentro da caixinha, mas após sua morte alguém vai tentar abri-la e se conseguir irá descobrir e avançar seus conhecimentos. A física dá saltos cânticos e se aproxima da verdade sobre a origem do universo. Este é um caminho racional e Deus não aparece nele. O átomo não é mais a menor partícula existente e assim, abre alas para novas descobertas. Cientistas afirmam que um átomo não necessita de uma reação para surgir, ou seja, ele pode surgir por acaso. Estuda-se a possibilidade do universo ser finito e formado de diversas galáxias. O aperfeiçoamento da física quântica possibilitou a elucidação de fenômenos que antes eram desconhecidos e proporcionou a descoberta de uma nova família de partículas e de campos para suas interações. Surgiram esperanças no avanço das pesquisas da matéria e suas interações, como exemplo o comportamento dos buracos negros, o big-bang, o interior dos prótons, nêutrons e partículas que estão sendo descobertas. Esta mesma área da física nos trouxe aparelhos sofisticados, menores que os antigos e mais eficientes. Em suma, computadores, celulares e outras tecnologias estão perdendo em tamanho e ganhando em eficiência. Os principais e fundamentais fatores do modelo econômico da globalização mundial estão nos saltos cânticos. Devemos isto a física-laica e gênios como Max Planck, Henrich Hertz, Bohr, Einstein, Infeld e outros. A verdade ainda não foi revelada, mas a ciência caminha em direção a ela. Mesmo assim, uma visão mais probabilística e menos racionalista da verdade se impõe sobre nós, ou seja, a posição mais apropriada continua sendo a agnóstica. A superação contínua do conhecimento é essencialmente necessária, pois ela prova o que não é, e com isto elimina inverossimilhanças. Este avanço assusta doutrinadores religiosos, haja vista que ameaça às escritas e até mesmo à possibilidade de existência divina. Os teístas têm pavor do encontro definitivo com a resposta, pois acreditam que se enunciada condenaria todos a um estado de inutilidade existencial. Sem uma análise ao menos superficial, faz se parecer um inferno a possibilidade de não haver fundamento básico para o mundo físico e sim apenas partículas que se dividem e se sucedem.
A teoria do Big Bang
O termo big bang é oriundo de um físico inglês chamado Fred Hoyle, o qual ridicularizou a teoria, cognominando-a desta forma e, dando a entender que se tratava de uma “explosão”, o que de fato é inverídico. Hoyle defendia outra teoria conhecida como Universo Estacionário. O big bang marca a fase densa e quente sofrida pelo universo, que deu início a sua expansão, conforme derivação das equações de Friedmann a partir das equações de Einstein. Atualmente, os dados existentes permitem saber como é a geometria do universo, porém não se tem idéia de sua topologia. Pressupõe-se que o universo tenha cerca de 13,7 bilhões de anos. A extensão do universo foi determinada por Edwin Hubble (1889-1953) ao provar a existência de outras galáxias e que estas se afastam de nós. O trabalho de Hubble definiu nosso lugar no cosmo. Em 1924 houve a publicação de fotografias provando que as manchas de luz difusas e distantes, chamadas de nebulosas, se tratavam de gigantescos sistemas de aglomerados de estrelas semelhantes à Via Láctea, e não poeira e gás como pensavam alguns cientistas anteriormente. Constatou-se ainda que as galáxias se afastam em velocidade proporcional à distância que as separa, isto é, quanto maior a distância, maior a velocidade. Junto com Milton Homason, Hubble elaborou a equação conhecida como Lei de Hubble-Homason (vm=16r), onde “vm” representa em quilômetros por segundo a velocidade de afastamento de uma galáxia em relação a outra e “r” expressa a distância entre as galáxias. Em estudo, foi constatado que se uma galáxia estiver situada a cem milhões de anos luz em relação a outra, esta se afasta a mil e seiscentos quilômetros por segundo, o que significa que o universo continua se expandindo. Segundo George Gamow, toda a matéria existente hoje no universo estava antes concentrada em um “átomo inicial” e que uma intangível quantidade de energia, depois de intensamente comprimida, repentinamente explodiu, formando ao avançar do tempo gases, estrelas e planetas. À medida que se expandia o universo a temperatura média baixava. Alguns autores acreditam que no momento em que a temperatura do universo for totalmente resfriada ele vai começar a diminuir de tamanho novamente, voltando ao “átomo inicial”. Há uma outra teoria de que existiu um universo antes deste e que as galáxias ao invés de se afastarem, se aproximaram. Diante de pesquisas em aceleradores de partículas, houve a descoberta de que com apenas um segundo de existência o universo já formava nêutrons com sete prótons cada. Outra descoberta foi que com média de 500 mil anos o universo sofria um resfriamento acelerado, com partículas se fundindo e formando bolsões de gás provavelmente causados por alterações gravitais que permitiram a formação de protogaláxias que originaram estrelas. A teoria geral da relatividade apresenta o macro-universo (estrutura universal e força da gravidade), enquanto a física quântica descreve o micro-universo. Falta a chave de ligação entre as duas, a unificação teórica que permitiria a grande descoberta. Enquanto isto não ocorre, a teoria do big bang é a única que nos apresenta indícios coerentes do que possa ter ocorrido. Considerando a idéia de que antes do big bang o universo era uma singularidade, entende-se que o tempo não existia, pois havendo matéria infinita em espaço nulo a singularidade é suficiente para frear o tempo. Cabe frisar que toda a teoria em questão é baseada em observação telescópica (telescópio de Hubbler), sendo possível que esta dilatação do universo tenha ocorrido em apenas uma parte dele, ou seja, pode se tratar de um fenômeno regional. Isto porque o alcance da observação é limitado pelo referido aparelho telescópico. Ciência vs Religião (K.Stumpf)Muitas pessoas afirmam que a religião pode conviver com a ciência sem danos ao desenvolvimento científico. Particularmente, não acredito nesta hipótese, visto que ciência e religião são muito diferentes, conforme vimos anteriormente. Vejamos na história o que considero o grande momento da ciência: O nascimento da ciência moderna com o desvelamento do universo (séc. XVI e séc. XVII). Recordemos que Ptolomeu (séc. II d.C.) foi o primeiro a publicar um tratado sistemático sobre astronomia, sendo que o mesmo acreditava que a Terra era o centro do universo. A idéia de Ptolomeu foi usada pela Igreja para afirmar que Deus fez o mundo para estar no centro de tudo e para ser o senhor deste mundo criou o homem à sua imagem e semelhança. No séc. XVI um polonês chamado Nicolau Copérnico (1473-1543) sanou problemas matemáticos até então impossíveis de se resolver, argumentando que ao invés da Terra ser o centro do universo esta posição deveria ser do sol. Sua teoria deu sentido à posição e movimentação dos planetas. Mesmo diante da explicação plausível, Copérnico humildemente admitia que sua idéia fosse hipotética. No século seguinte sua tese foi condenada pela Igreja, pois durante mil anos a doutrina cristã ensinou que a terra era o centro imóvel do universo, conforme a própria bíblia em seu salmo 93: “Tu fixaste a terra imóvel e firme”. Martin Lutero também se manifestou dizendo: “O povo dá ouvidos a um astrólogo principiante que se empenhou em mostrar que a Terra se move e não o céu ou o firmamento, o Sol e a Lua...”. João Calvino indagou aos fiéis: “Quem ousaria colocar a autoridade de Copérnico acima da do Espírito Santo?”. Assim como Copérnico, Galileu e Newton também tiveram que enfrentar a ira da Igreja para firmar suas descobertas científicas, sobre a nova cosmologia e a lei da gravidade. Também o francês Voltaire (1694-1778), um deísta e crítico feroz da Igreja católica com relação ao seu poderio e intromissão nos negócios do Estado. Cabe ainda lembrar David Hume (1711-1776), compartilhador da premissa de John Locke, de que o conhecimento não ultrapassa a barreira da experiência, em outras palavras, lidamos com probabilidades e esperanças e não com certezas. Ainda neste âmbito, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) demoliu as provas da existência de Deus, afirmando ser algo que não pode ser provado, assim como a inexistência. Uma forma agnóstica que visa resolver o problema pela compreensão de que este não pode ser resolvido. Mesmo com poucas palavras foi possível constatarmos que ciência e religião não combinam, nem seguem no mesmo rumo. A religião busca o bem estar do homem em outra vida, sendo que a vida real deve ser de devoção, adoração e sacrifícios (a idéia da submissão). Em oposto, a ciência busca o bem estar do homem em vida, não exige devoção, pois tudo que sabe é aquilo que provou por meio da experiência científica.
Os primeiros pensadores da humanidade
Há indícios de que nos séculos VI, V e IV a.C., na Grécia, nasceu a filosofia – uma maneira racional do homem tentar entender o mundo em que vivia. O mais famoso dos filósofos, chamado Sócrates (470-399 a.C.) abre a questão que segue na humanidade até os dias atuais: De que modo se deve viver? Vale lembrar que os pré-socráticos haviam se preocupado apenas com questões inerentes à formação do mundo, ex.: O que sustenta o mundo? ou, do que é composto? Surgem os discípulos Platão (428 ou 427 - 347 a.C.) e Aristóteles (384 - 322 a.C). O primeiro irá dar margem ao pensamento cristão, ao afirmar a existência de dois reinos (dualidade platônica), um temporal e um atemporal. Naquele tempo, a filosofia mais conhecida em Jerusalém era a dele, por isso utilizava-se a linguagem grega, que inclusive foi usada na escrita do novo testamento bíblico. Platão tenta unir o mundo racional ao abstrato. O segundo pensador, embora discípulo de Platão, irá rebater sua idéia de “dois mundos”, alegando a existência de apenas um mundo, sobre o qual devemos filosofar. Assim, ele insere o homem na realidade, ou então, como é consuetudinário dizer: “Com os pés no chão”. Aristóteles ainda formulou a lógica aduzindo a necessidade da observação e do experimento antes da reflexão abstrata. Sócrates não deixou manuscritos, suas teorias são conhecidas por meio de seus discípulos já citados. Para uma visão geral de Platão se faz necessário à leitura de sua obra denominada A república. Para conhecer o pensamento Aristotélico é preciso ler as obras-primas: A política, Ética a Nicômaco, A poética, Retórica, Analíticos posteriores, Física, Metafísica e Sobre a alma. Depois deles, vieram os Cínicos (anti-sociais do mundo antigo), os Céticos (primeiros relativistas da filosofia), os Epicuristas (primeiros humanistas científicos e liberais) e os Estóicos (com a filosofia do império romano). Não abordarei sobre estes, visto que o presente não se trata de um manual de história da filosofia. A idéia aqui é recordar o surgimento dos primeiros sábios do mundo, muito antes do nascimento de Cristo Onde estava O "x-men" pelestino? (H.Gil)Igreja evangélica desaba em SalvadorApenas a fachada e a parede dos fundos permaneceram em pé. Sete pessoas estavam no local na hora do acidente, mas ninguém se feriu. Uma igreja evangélica desabou na periferia de Salvador, na manhã desta quarta-feira (24). Ninguém ficou ferido. O telhado e as paredes laterais caíram, apenas a fachada e a parede dos fundos permanecem em pé. No momento do acidente, sete voluntários estavam no interior do templo e trabalhavam na troca do piso do local. Um deles percebeu quando uma coluna começou a ruir e todos conseguiram sair a tempo. Técnicos da Prefeitura devem fazer uma vistoria no local.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1206395-5598,00.html PS: "X-Men palestino" foi termo retirado das postagens do http://ceticismo.net/, por isso deve ser informado a fonte. =D Humor negro mas não tão distante assim da realidade (H.Gil)![]() FONTE: http://www.drpepper.com.br/tirinhas/0521.gif Achou ruim? Foda-se eu não vou perder uma noite de sono! =D Flex (K.Stumpf)![]() Compare criacionismo e evolucionismo e reflita (K.Stumpf)
O Espiritismo - Final (H.Gil)Outras questões interessantes que me vem a mente é que a maioria dos religiosos, e não diferente com os espíritas, eles tem sempre exemplos para citar, mas esses exemplos acontecem em um passado obscuro, onde os meios científicos ainda não eram tão exigentes, é de se espantar que com o avanço e progresso da ciência, da filosofia, da racionalidade os tais fenômenos tenham diminuído de forma brutal. Mas aqui os espíritas podem ficar tranqüilos, os milagres dos católicos e evangélicos também tiveram a redução no supostos ocorridos, arrisco a dizer que tornaram-se extintos. Atualmente com a globalização das informações, nada escapa dos noticiários, entretanto, é rara a reportagem que traga algum caso de fenômenos sobrenaturais ou milagres que não sejam desvendados (leia-se explicados, resolvidos) por algum órgão especializado. Ocorre sim uma mercantilizarão de informações estúpidas, quase todos os casos que lembro a respeito de coisas sobrenaturais apresentadas em reportagens, tinham um apelo escancarado para prender a atenção do público, ou seja, é aquela reportagem que é anunciada desde o começo do telejornal, mas só apresentada no final, com a óbvia intenção de manter o telespectador somente naquele canal durante todo o programa, ou seja, sensacionalismo puro. Todavia, após passar a reportagem sobre o tal fato misterioso, são raros os veículos de mídia sérios, que procuram alguém que os explique. Geralmente a reportagem ou documentário é apresentado e na outra semana, nada mais é dito, ou seja, mostra-se aquilo como sendo uma verdade, como sendo um fato, talvez para um ignorante ingênuo (e só consigo definir com essas palavras as pessoas que aceitam sem se questionar as informações que a TV e seus programas passam) até seja. Pessoas desprovidas de qualquer discernimento, talvez até acreditem que aquilo seja verdade, mas felizmente alguns jornais, e veículos de investigação mais sérios tratam de mostrar a fraude que ocorre por de trás dos fenômenos sobrenaturais. A internet tem se mostrado uma ferramenta útil nesse sentido, são muitos os blogs que trazem informações sobre publicações sérias com explicações bem compreensíveis e nada miraculosas dos supostos fatos sobrenaturais, entretanto, o povo em geral não tem muita curiosidade, nem vontade de pesquisar tais coisas, preferem ater-se a coisas que julgam mais importante, como os últimos capítulos da novela, ou os jogos de futebol. Não desmerecendo tais meios de entretenimento, mas alguém que quer ter sua opinião levada a sério deve inteirar-se o mínimo possível sobre o assunto que se fala, e não achar que todos serão convencidos por meros ACHISMOS da pessoa que professa como mera replicadora do que viu na TV, achando-se com autoridade inquestionável. Ademais, veio-me agora ao pensamento um fato muito estranho, acredito que 99% das pessoas, que já tenham relatado terem passado por contatos mediúnicos, nenhuma delas relatou que viu, ouviu ou sentiu a presença de “espíritos” de animais. Seja sincero com você mesmo, alguma vez você escutou alguém falando que viu o fantasma de uma vaca? Ou que conversou com a alma de um cachorro? Bom, se isso não aconteceu, poderíamos pensar que os animais não teriam “espíritos”. Mas eu como cético, se precisa-se achar uma desculpa para tentar justificar isso (ainda que não tivesse provas) me apegaria, no seguinte discurso: “Nós humanos não conseguimos ver esses espíritos, porque eles estão em um plano diferente de evolução, e por isso os seres humanos são incapazes de “conectar-se”com eles”. O que vocês acham? Acredito que esse engodo funcionaria com muitas pessoas, mas não com aqueles que conseguem ver o “mal-caratismo” que se expõe em tais assertivas desprovidas de provas e evidências, mas quem sabe após alguns espíritas lerem esse texto eles comecem a “enxergar” alguns “bichinhos”, mas já vou advertir; os usuários de drogas e os enfermos de doenças mentais tal como demência e esquizofrenia também vêem bichos, formas, pessoas e todo tipo de coisa que o cérebro humano seja capaz de pensar. Quero ver qual é o médium que vai ver o primeiro espírito de um ser jurássico como um Raptor, afinal de contas eu nunca ouvi nada a respeito, ou quem sabe assombrações de vacas em frigoríficos, coisas desse tipo. Tantas evidências apontando para a não existência de tais crendices, entretanto, ainda assim temos pessoas que CRÊEN serem verdadeiros tais relatos, nessa hora só posso acreditar que há um fator psicológico que explica essa necessidade que tantas pessoas têm de conceberem um ser ou seres em outro plano que estão protegendo e fazendo ações para tornar nossa vida melhor. Eu classificaria isso como “crise existencial mesclada com carência afetiva e insegurança crônica”, ou de uma maneira mais reduzida, como é de praxe, digo que é a “bengala psicológica” que foi passada de geração para geração, mas quando as pessoas vão abrir os olhos? Quando elas realmente vão evoluir ao ponto de perceberem que não precisam de “amiguinhos” imaginários, quando elas perceberam que podem cuidar uma das outras? Acho que isso ainda levará muito tempo, enfim, o progresso pode ser lento, mas como cunhou Darwin, só os mais adaptados permanecem. O Espiritismo - Parte 02 (H.Gil)Enfim, como explanado no começo do texto, o fato em questão é: Terá o Espiritismo a resposta para a tão conturbada pergunta; O que acontece após a morte? Ressaltando que entende-se no presente texto, morte o estado onde o corpo humano já não consegue mais sobreviver por si só. É interessante uma explanação histórica rápida apenas para demonstrar que tal assunto, não é um produto de questionamento contemporâneo, pelo contrário, as aspirações para responder a tal questionamento já vem de longa data. Como pode-se encontrar em livros de história egípcia, essa civilização acreditava assim como as outras, possuir a resposta, dentre seu conjunto de crenças, acreditavam que o corpo possuía um espírito dividido em duas partes, e que para que parte desse espírito sobrevivesse era preciso preservar o corpo, daí o desenvolvimento da tradição de embalsamarem-se os mortos. Entretanto, nesse processo é interessante observar que vários órgãos eram retirados, o coração por ACREDITAR-SE ser o órgão onde residiam todos os sentimentos, raciocínios e emoções, permanecia dentro do corpo. Outros órgãos ainda eram tratados e conservados em vasos com substâncias químicas, entretanto o cérebro, esse conforme ACREDITAVA-SE não teria muita utilidade sendo descartável, era removido pelas narinas com auxílio de ganchos. Outrossim fica claro se observado com o que sabemos hoje, como era errônea a CRENÇA desse povo. É fato que o cérebro é o responsável, pelos sentimentos, pelo raciocínio, pela nossa própria consciência, sendo que, ao sofrer danos, seja devido a um acidente, uma doença, ou por influência de substâncias químicas, a personalidade da pessoa pode ser alterada. Mas então porque ainda hoje existe a CRENÇA na imortalidade, na continuidade das lembranças, dos sentimentos e da consciência após a morte do órgão que fica responsável por isso? Em um artigo de Ronaldo Cordeiro, publicado no site da STR trás algumas explicações bastante plausíveis, as quais, tomo a liberdade de transcrever. “(...) a noção da imortalidade da alma é a base de muitas das religiões mais populares do mundo. A idéia da morte após uma vida breve num mundo repleto de injustiças, violência, miséria e desgraças desigualmente distribuídas, parece ser bastante angustiante para a maioria das pessoas. Sem a doutrina da vida após a morte, em que haveria a vida eterna e em que os bons seriam recompensados e os maus punidos, dificilmente as religiões conseguiriam ser tão influentes sobre seus adeptos como o são hoje e sempre foram. É inevitável mencionar os recentes atentados suicidas de 11 de setembro nos EUA, cometidos por homens convencidos de que seriam recompensados com o paraíso. Antes que alguém pense que isso só acontece com terroristas fanáticos, que tal o caso do suicídio coletivo do Templo do Povo, em 1978, quando morreram 912 seguidores de Jim Jones? E os 39 da seita Heaven's Gate? Ou os mais de 700 mortos do Movimento da Restauração dos Dez Mandamentos em Uganda? Como disse Richard Dawkins em Os Mísseis Desgovernados da Religião, "Não há dúvida de que o cérebro suicida e obcecado pela vida após a morte é uma arma poderosa e perigosíssima". É pouco provável que as religiões venham a abrir mão de uma arma formidável como essa em nome de simples, meras constatações científicas.(...)” Nesse mesmo artigo, a qual também se debate o tema aqui proposto encontramos, mais informações úteis, como a existência de uma corrente que acredita que os espíritos sofreriam conseqüências do que acontece com o corpo, e dessa forma estaria explicado o porquê da personalidade, memórias e o humor mudarem, ou seja, o espírito estaria passível de sofrer influências de tais coisas materiais, entretanto sendo ele influenciável dessa maneira, o que oporia a concepção da sua morte concomitantemente com a do cérebro? Ainda SUPONDO a existência de espíritos, e que tais espíritos continuassem a existir com a morte do cérebro, porque teríamos cérebros tão complexos? A natureza é inteligente e certamente possuiríamos cérebros muito menores, consumiríamos menos energia, seríamos mais leve, os partos seriam menos dolorosos e mais fáceis. Ainda encontra-se freqüentemente e aqui friso, que não é exclusividade do Espiritismo mais de todo sistema de crença religioso, todos eles procuram respaldo para provar sua veracidade, na incapacidade da ciência de provar que aquilo que eles afirmam não existe. Ou seja, é o chamado “Inversão do ônus da prova” que resulta em uma das ações mais covardes e de mal caráter que os religiosos se valem, e que só convencem os mais leigos. Pois bem, a ciência só poderia tentar comprovar, que algo é ou não é verídico se fosse possível se fazer provas sobre o que se afirma, desse modo é impossível provar-se algo que nem se quer foi apresentado evidências. Agora CRER em algo assim, é totalmente insano e desprovido de inteligência, Bertrand Russel exemplifica muito bem tal falácia ao propor: “Imagine que há um bule de chá chinês orbitando ao redor do sol, você não pode provar a inexistência deste bule porque ele é muito pequeno para ser visto pelo telescópio. No entanto, ninguém além de um louco diria: Eu estou disposto a crer no bule porque ninguém provou que ele não existe”. Tal mal-caratismo é encontrado muito com qualquer pessoa que queira defender seus dogmas religiosos, como sempre digo, o fato de a ciência AINDA não responder a todas as perguntas, não faz com que as versões contadas pelos religiosos sejam verdade, aceitar isso é aceitar uma bobagem, uma falácia. Ainda como sistema de provas dos ditos espíritas temos um vasto arsenal de provas que se encaixam como pseudo-provas, sendo em sua maioria, experiências pessoais, testemunhos de fenômenos isso sem contar as inúmeras fraudes que a ciência, e mais os mágicos desmascaram. Interessante se faz a observação desses últimos profissionais, que atualmente tem sido de grande auxílio nas descobertas de fraudes utilizadas para fazerem as pessoas CREREM em tais bobagens, como é bem conhecido entre o meio cético, o mágico James Randhi que possui um instituto nos EUA onde estuda os supostos casos de paranormais, oferece um prêmio de US$ 1.000.000,00 para quem demonstrar seus “poderes” e passar pela bateria de teste que os comprovem, entretanto é engraçado que até hoje ninguém se propôs para tal. Dentre as desculpas mais ouvidas, e aqui sim principalmente pelos espíritas, estaria à escusa de que o médium não estaria “autorizado” pelas forças divinas a utilizar-se dos “poderes” para benefício próprio. Mas então eu pergunto, e porque ele usaria bem beneficio próprio? Porque não deixar então que após ganhar o tal premio a mesma “entidade” decida qual a melhor maneira de beneficiar outras pessoas, dado ao SUPOSTO fato que ele tem um nível de “Iluminação e evolução” maior? Mas ainda restaria, a última desculpa, onde com certeza alguns diriam que os espíritos, não estão aqui para trazer benefícios materiais, mas para auxiliar no nosso desenvolvimento, nem que isso envolva fazer o suposto “paciente” passar por dificuldades. Que discurso lindo não? Entretanto é hipócrita e falacioso também, pois em nada ajudam as pessoas que lá vão procurando pelo auxílio para seus problemas, pelo contrário, gostaria de saber como ficaria um médium ao saber que seu conselho acabou por prejudicar ainda mais uma pessoa. Com certeza a resposta seria a mesma: “Ele precisava passar por isso para alcançar o seu grau de evolução”. Ou seja, se procura achar mais uma vez a justificativa em algo que ninguém prova ninguém tem certeza, apenas CRÊEN. Se ninguém vê problemas nisso, não sei por que então criticam outras religiões, até mesmo as mais radicais como as que dão sustentação aos extremistas, porque afinal de contas todas lidam com isso a CRENÇA. Cada um como sua insanidade obedecendo as ordens de seus próprios Deuses, que ironicamente sempre vão de acordo com a vontade dos seus interpretadores, sejam eles, padres, pastores, médiuns, sheiks, ou qualquer outro tipo de sacerdote que exista, como bem disse Nietzsche umas das piores criaturas que existe sob a face terrestre é o sacerdote que acretida ser o único com autoridade e competência para interpretar leis divinas. Uma variante desse tipo de falácia é comumente encontrada entre os espíritas quando querem explicar algumas das teorias amalucadas, geralmente para isso empregam meios que para eles e tão só para eles fornecem um explicação satisfatória. Deixem-me explicar. Uma das principais questões que me veio a mente quando comecei a me questionar sobre o espiritismo foi: Considerando que cada pessoa tem uma alma, ou seja, quando ela morre o espírito aguarda uma nova oportunidade para re-encarnar. Após essa assertiva tentemos imaginar o seguinte, no ano de 1200 digamos que a população mundial fosse e 1 bilhão de pessoas, hoje em 2008 é fato, e todos sabem que esse número aumentou e muito, como não tenho a informação com precisão, vamos supor que estaria em 3 bilhões, pois bem a pergunta é: Esses dois bilhões a mais de pessoas não tem almas? Poderíamos sugerir sarcasticamente que existe um “criador” de novas almas? SUPONDO haver esse criador como poderia afirmar-se que os espíritos re-encarnam? Como saber se não é um novo? Enfim, as explicações que já escutei são das mais variadas, mas sempre sem nenhuma evidência ou base que a comprovasse a não ser a FÉ daquele que a professou, dessa forma ouvi coisas como: 1- Haverias diversos planos onde a vida na terra seria apenas mais um, com outros por ascender e outros abaixo. O problema aqui ainda poderia ser questionado, mas de onde vêm essas almas? Quantas são? Qual o último plano? Qual o primeiro? 2- Outra explicação esdrúxula seria de que existem almas em outros planetas, e que por isso a quantidade de almas poderia variar conforme fossem enviadas de um planeta para outro. Nem preciso dizer nada né? Os espíritas não conseguem demonstrar que existem espíritos aqui na Terra, mas se acham com autoridade de afirmar que existem espíritos em outros planetas. 3- E por último, mas com certeza deve haver outras, pois a capacidade do ser humano de inventar histórias, mitos e lendas para justificar seus apontamentos é algo muito vasto, mas como dizia, existem alguns que afirmam que tudo possui um espírito, as pedras, os animais, as árvores e que TALVEZ com o aumento da população humana, outras formas teriam se reduzido. Aqui também quando perguntadas no que se baseiam, resistem em negar que são meros ACHISMOS querendo sempre justificar dizendo que leram em algum lugar, mas nunca se lembram das fontes, o que é um fato quase sempre comum entre os religiosos pouquíssimos deles usam fontes, na sua grande maioria apenas ouviram falar algo a respeito. O Espiritismo - Parte 01 (H.Gil)Introdução. Mais uma vez o Tribuna Cética se prontifica ao estudo de mais uma Doutrina dentre as tantas que se dizem verdadeiras frente aos chamados fatos sobrenaturais. É claro que o foco principal é sempre o mesmo: O que acontece após a morte? Como é de conhecimento comum existem diversas religiões, crenças, doutrinas, filosofias de vida ou qualquer outro rótulo que buscam responder a essa questão com base no que consideram correto. O Tribuna Cética talvez, por até o presente momento, ter tratado apenas religiões ditas mais comuns (Católica e Evangélica) não olvida-se (esquece-se) das demais. Porém faz-se necessário elucidar (esclarecer) as pessoas que a palavra ceticismo não é um sinônimo de ateísmo. Essa é uma confusão muito comum, entretanto uma posição cética, nada mais é do que um ponto de vista onde avalia-se as proposições feitas, a luz, de diversas ferramentas como a lógica, razão e cientificidade procurando comprovar se tais proposições são verdadeiras ou não. Dessa forma é possível ter-se uma visão cética sobre todo e qualquer assunto. O que de fato não conclui-se como algo ruim uma vez que isso trata-se de um exame onde faz-se a verificação de toda informação que recebemos para que está possa ser aceita como verdade, todavia não é estranho escutarmos afirmações pejorativas com clara intenção de trazer descrédito ao cético, ou qual foi o cético que nunca ouviu algo como: “Ah você é cético demais, nada vai te convencer.” Esse tipo de afirmação é comum e totalmente errônea, pois o cético como regra geral não estará preso a dogmas (verdades inamovíveis) para ele toda verdade “está” verdade, e não “é” verdade, ou seja, para um cético algo que é considerado como verdade, pode ser mudado, basta que haja provas e que tais evidências comprovem que a afirmação que anteriormente tinha-se como verdade, já não mais responde de modo satisfatório frente a nova afirmação. Pois bem elucidado (esclarecido) tais fatos, esperamos que o leitor parta do princípio que não estamos aqui para simplesmente contrariar qualquer crença de modo a descredibilizá-la, nossa intenção é por em exame as afirmações que as doutrinas proclamam e verificar se não há falhas, desse modo não há um preconceito, não busca-se provar que a doutrina em pauta está errada, agora se ao final do exame essa mesma deixa a desejar e claro que não poderemos aceitá-la como verdadeira. Como pauta do presente texto apresenta-se então o Espiritismo, que hoje tem um número considerável de adeptos pelo Brasil, entretanto vamos conhecer um pouco mais sobre a referida doutrina, que proclama como seu diferencial ter a ciência andando lado a lado com suas proposições. Abro um pequeno parêntese aqui, deixando claro que esse texto trata-se de um artigo simples e que não tem como objetivos um estudo exauriente de modo que os conceitos aqui apresentados, são os mormente encontrados dentro do conhecimento popular. Tem-se como ponto inicial o caso das irmãs Fox, pelo que encontra-se em livros e matérias relacionadas, as irmãs Fox (Margarida e Catarina) faziam parte de uma família canadense que emigrou para os EUA, passando a morar em Hydesville um vilarejo do condado de Rochester, a casa onde foram morar era alugada e segundo algumas fontes, já era tida como assombrada. Há relatos de que barulhos estranhos haviam sido escutados pelos antigos moradores, mas ninguém conseguia descobrir a sua origem, conta-se que em determinado momento Catarina Fox desafiou a entidade que ela acreditava ser o Diabo (aqui vale um estudo sobre qual era já a influência da religião sobre estas pessoas) a reproduzir os sons que ela fazia (estes sons seriam o mesmo som produzido por um simples estalar de dedos) o que segundo é relatado veio a acontecer. Dessa forma diz-se que essa suposta entidade por meio de um código de letras, onde um determinado número de pancadas corresponderia a certa letra do alfabeto, teria afirmado ser o espírito de um homem que fora assassinado naquela casa. Em 31 de março de 1848 diz-se que os supostos barulhos atingiram tal intensidade que já eram escutados por vizinhos e continuaram a ser produzidos mesmo depois que a mãe e as meninas saíram e foram dormir na casa de Léia Fox que era a filha mais velha. Assim como as irmãs Fox outras pessoas também começaram a afirmar ter tais dons, o que depois foi nomeado de mediunidade, na França o pedagogo Hypolite L. D. Rivail, passou a estudar com alguns companheiros os supostos fenômenos, Hypolite sob o pseudônimo de Allan Kardec, publicou livros e editou a Revista Espírita, foi ele o encarregado de codificar, pois acreditava não ser ele o autor e sim os supostos espíritos. Tem-se então em Kardec um divisor de águas na doutrina espírita. Os chamados fenômenos espíritas são variados, indo supostamente desde a produção de sons diversos, inclusive com a possibilidade de voz direta, ou seja, a possibilidade de um espírito falar com você em alto e bom tom, ainda estaria inclusos, produção de sons, efeitos luminosos, deslocamento de objetos, formação de figuras em graus diversos de densidade, moldes de partes do corpo humanos em outros objetos etc. Ainda haveria os fenômenos subjetivos, quando sob a ação de espíritos, um médium fala, escreve, podendo ser em seu idioma ou em outro que lhe é desconhecido, desenha ou pode ver e ouvir coisas que não são percebidas em condições normais. Dessa época para cá muitos foram os estudos sobre o Espiritismo que teve uma certa explosão na Europa com foco principal na França, atualmente decaindo pela mesma Europa. O Espiritismo crê que seu diferencial esteja na não refutação da ciência, os espíritas acreditam que a ciência ande em consonância com seus princípios, dizem eles também não ser preso a dogmas, e ser o espiritismo uma constante evolução onde cada vez mais a ciência comprovaria as afirmações emanadas dessa doutrina, sob este aspecto é que iniciaremos nosso questionamento. “Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará” (A Gênese). O mundo sofreu diversas mudanças, dentro de cada ramos das ciências pode-se ver quebra de paradigmas, seja ela na Física, Matemática e na área das humanas, no entanto nessa escala de evolução e de novos conceitos que hoje permeiam o senso científico, se analisarmos o Espiritismo fica óbvio sua estagnação frente as demais chamadas ciências. Tem-se em vários artigos tais fatos e aqui irei reproduzir em parte o conteúdo de um artigo intitulado Espiritismo, Ciência e Lógica.01 A qual aborda de uma forma muito clara tal distância que encontra a doutrina espírita. Como veremos no quadro abaixo, há a demonstração do modelo geral da descrição do que entende-se por Ciência e do que tem-se no Espiritismo que almeja ser científico. 01- http://ateus.net/artigos/critica/espiritismo_ciencia_e_logica.php
Enfim, esse quadro trás apenas alguns pontos que mostram o quão distante a chamada ciência espírita encontra-se da Ciência atual. Enquanto uma tratou de renovar-se de otimizar-se, outra permaneceu estática, imóvel baseada nos mesmo moldes, onde cabe a pergunta será válida essa ciência, ou pretende-se ela também como dogma inquestionável? Mais um Projeto de Lei imbecil (H.Gil)Então pessoal, já faz um tempo que não é postado nada por aqui, eu posso falar apenas por mim, mas acredito que seja também o mesmo problema dos meus colegas do blog, justifico a pouca produtividade devido ao semestre da faculdade estar exigindo muito,o tempo livre realmente está sendo pouco. Mas agora aliviando com as férias pretendo trazer novos post's. Enquanto isso vou vincular mais essa notícia que me deixou atônico. Clique AQUI ou na figura e contribua com o abaixo assinado.![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
{ Última Página } { Página 1 de 12 } { Próxima Página } |
Sobre MimPerfil Arquivos Amigos Álbum de Fotos LinksH.GilCategoriasArtigos da Tribuna CéticaArtigos de outros autores Humor Intolerância Religiosa Máximas e Interlúdios Notícias Pérolas bíblicas Últimos PostsO avanço científico e a origem do universo (K.Stumpf)Ciência vs Religião (K.Stumpf) Onde estava O "x-men" pelestino? (H.Gil) Humor negro mas não tão distante assim da realidade (H.Gil) Flex (K.Stumpf) Compare criacionismo e evolucionismo e reflita (K.Stumpf) O Espiritismo - Final (H.Gil) O Espiritismo - Parte 02 (H.Gil) O Espiritismo - Parte 01 (H.Gil) Mais um Projeto de Lei imbecil (H.Gil) Quem é Deus? (K.Stumpf) Faça a diferença (H.Gil) O papagaio ideal (K.Stumpf) Despotismo religioso (K.Stumpf) Em Portugal... (K.Stumpf) Parabéns (Breula) Sobre a origem do preconceito (K.Stumpf) Justiça decide sobre outdoors contra homossexuais (K.Stumpf) A verdadeira História da Páscoa (H.Gil) O Mundo se despede de um gênio (K.Stumpf) O Pai do termo "Agnosticismo" (K.Stumpf) Divulgação de notícia (K.Stumpf) A Páscoa (H.Gil) Na bíblia... (K.Stumpf) Citação Sobre os Erros (K.Stumpf) A história de Hugo (H.Gil) O poder de nossa mente (W.Johann) Jesus na natação (K.Stumpf) Mais um caso de Pedofilia!!! (K.Stumpf) Religião é obstáculo à união política européia (K.Stumpf) As utilidades da cruz (K.Stumpf) Igreja Moderna (K.Stumpf) 60 perguntas que farão de você um Ateu (Por: H.Gil) Porque sou Cristão (L. Paixão) Um projeto de lei absurdo (K.Stumpf) Aleluia irmão! (K.Stumpf) Pescaria com Moisés (K.Stumpf) Catequese (K.Stumpf) Sobre a educação (K.Stumpf) A decisão só pode ser uma (K.Stumpf) Amigos |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||