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Signos. Porquê?

Publicado em 10/29/2009

Helder Flávio Gomes de Morais
JesusSite

Nos dias que correm milhões de pessoas parecem ter deixado de agir como seres racionais. Dois caminhos possíveis ilustram esse rebaixamento do ser humano. Primeiro, não sabem de onde vieram e porque razão estão neste mundo como pessoas. Segundo, sabem mas a sua consciência está cauterizada e tal modo formatada à banalização dos princípios, valores, modelos e referenciais que aceitam até a mais disparatada teoria. Senão, vejamos: O ser humano é um ser superior e foi criado para servir a um propósito do Criador. É um ser superior porque é o único ser que tem raciocínio, constrói pensamentos e fala. Foi dotado destas características que são as do Criador. Quer queiramos quer não é inútil argumentar sobre este tema sem o recurso da Bíblia Sagrada. Assim, no livro de Génesis capítulo 1 verso 26 e 27 lemos: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Creio que não haverá dúvidas sobre este texto e concluímos que o ser humano é um ser superior em relação aos outros e, como consequência disso, deve ser o dominador. Fica claro que a restante criação está a um nível inferior e é pelo ser humano dominada. Na hierarquia por Deus estabelecida o ser humano está no topo. A restante criação fica abaixo. O propósito de Deus quando criou o homem não foi apenas para que dominasse a restante criação ou que apenas nascesse, vivesse dezenas de anos e morresse, simplesmente sem mais nada. Não. Deus criou o ser humano em razão da facção de anjos decaídos e seguidores do maligno. Para compensar essa perda Deus criou o ser humano. Portando, o ser humano foi criado para prestar culto, louvar e adorar a Deus e futuramente integrar o reino espiritual.

Posto o assunto desta maneira pergunta-se: que têm a ver os signos com tudo isto? Os signos pertencem a inspiração maligna que Deus abomina. A Palavra de Deus repugna e condena toda a sorte de feitiçaria, astrologia, futurologia e todas as teorias oriundas do ocultismo. Nestas condições é então necessário que se proceda à divisão das águas separando primeiro o que diz Deus na Bíblia e, segundo, o que provém do ocultismo:

Primeiro, em Levítico 20:27 lemos "Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles" .Em Êxodo 22:18 "A feiticeira não deixarás viver" e em Actos 8:11 " e atendiam-no (Simão o mago), porque já desde muito tempo os havia iludido com artes mágicas. Finalmente em Actos 16:16-18: "E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu".

Segundo, naquela época os gregos davam o nome de Pitonisas a todas as mulheres que tinham a profissão de adivinhas. Creio que os textos nos esclarecem da procedência do tipo de práticas que se inserem nos horóscopos, ou seja oriundos do ocultismo. Estes consistem na observação dos astros, no momento do nascimento de uma criança, pela qual os astrólogos pretendem prognosticar os acontecimentos da sua vida. Recorrem aos signos em que cada uma das figuras representam as doze divisões do Zodíaco (zona da esfera celeste dividida ao meio pela elíptica e que contém as doze constelações, representadas por animais, que o Sol parece percorrer durante um ano) ou seja cada constelação corresponde a cada uma dessas divisões e são utilizados para com eles vaticinar, adivinhar e prever.

Com esta base poderemos compreender melhor a seguinte explicação: o ser humano escolhe os seus modelos e referenciais e com eles constrói o seu modo de vida e segue os padrões em que se revê nesses referenciais. Todos nós temos modelos e referenciais. Uns seguem-nos mais cuidadosamente que outros. Mas de uma maneira ou de outra todas as pessoas os seguem. Por exemplo, os cristãos têm Jesus Cristo como seu referencial e modo de vida, os marxistas têm Carl Marx, os nazis têm Hitler e por aí adiante. São sempre personalidades fora do comum que os seus seguidores consideram superior e dos quais recebem directrizes ou exemplos de conduta. Ainda não li qualquer relato sobre alguém que tenha como referencial ou modelo de vida o mendigo da esquina.

Para iludir e enganar as pessoas o ocultismo reveste-se das mais diversas e subtis estratégias que, quando postas em marcha até têm alguma semelhança com o senso comum ou com a lógica. Estabeleceu o horóscopo cuja simbologia dos signos servem de referencial paras as pessoas que nasceram nos meses que eles representam. Eis aqui a armadilha que a muitos escapa: O ser humano deixa de ter como referência alguém superior a eles e passa a ter como referência, animais e/ou coisas. Isto é, o ser humano passa a ser governado e conduzido por referências de animais ou coisas. Quer isto dizer que se coloca a um nível abaixo dos animais ou de coisas. O seu estatuto de ser humano passa a ser menos reputado do que qualquer besta animal irracional. É colocado abaixo do caranguejo, do touro, do carneiro, do leão, do peixe, etc, para citar alguns exemplos. E se a filosofia não nos engana, tudo isto quer dizer que o ser humano que pratica e segue tais referências está abaixo de todos os irracionais e de coisas. É vergonhoso, aberrante e degradante tal situação. Todos nós constatamos diariamente os seguintes factos que ajudam a nossa compreensão sobre a dimensão e profundidade desta situação: nas revistas para o público feminino está sempre em grande destaque o horóscopo e é invariavelmente a primeira página a ser lida. A pessoa quer saber o que lhe vai acontecer nesse dia ou nessa semana. Lê o que vai de encontro às suas expectativas e fica satisfeita. Deixa-se guiar e conduz a sua vida diária em função do que o está escrito no tal signo da semana. Assume-se como carneiro, caranguejo ou outro animal irracional qualquer. Não é isto estranho e pouco inteligente? Dizer que é um animal ou coisa não sugere subestimar a sua inteligência. No horóscopo chinês há lá porco, cão, serpente, macaco, rato e muitos outros animais. Será possível que um ser inteligente se reveja nesses animais irracionais? Parece-me estultícia. Isto reduz a inteligência do ser humano a zero. Os horóscopos impregnam alguma extra dose de expectativa, para que a curiosidade do ser humano venha a ser um trunfo para o sucesso da estratégia. Com títulos elaborados e muito sugestivos que conduzem o pensamento humano a satisfazer a sua curiosidade, coloca verbos e frases feitas que a pessoa deseja ler e que necessariamente vão de encontro ao que ela sempre quis. É o laço maligno bem montado para amarrar a sua presa. Outro exemplo, é o que se passa em programas de televisão onde as pessoas além de serem chamadas pelos seus nomes próprios e de seres inteligentes, também são chamadas pelos seus signos. O apresentador geralmente chama os concorrentes pelos nomes dos animais irracionais que representam os signos. Fulano tal, carneiro; sicrano caranguejo. Que espectáculo humilhante!

A razão pela qual tudo isto acontece tem a ver com a estratégia satânica de arrebanhar as pessoas que se conotam com esses animais através dos signos, para o seu reino. O maligno que ser adorado e retirar a hipótese do ser humano se reconciliar com Deus. É uma maneira hábil de manter amarrados o maior número de pessoas para que não tenham conhecimento da verdade. A verdade é bem diferente e é: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (Evangelho de S. João 8:32). Se desejar saber do seu futuro tem ao seu dispor a Bíblia Sagrada na qual Deus fala à Sua criação. Porque, pois, procurar no local errado?

Existe um abismo entre o que Deus determina e o que o maligno impinge ao ser humano. Cabe a cada um perceber em que terrenos se move. Se segue os ensinamentos de Jesus Cristo ou se, pelo contrário os de satanás, cujo intuito é arrastar as pessoas a desobedecer a Deus e arrastá-las consigo para a perdição eterna.

Cada qual deverá reflectir sobre o assunto e fazer a sua opção.


Helder Flávio Gomes de Morais (servo do Deus Altíssimo)
helerfmorais@gmail.com

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A Droga é melhor?

Publicado em 5/21/2003                                   


 

 

 

 

 

Jair Souza Leal (jairsouzaleal@ig.com.br) 
fonte ->JesusSite

Hoje em dia está muito comum e quase natural, sermos abordados por pessoas que nos oferecem drogas, como se fosse a melhor coisa do mundo, enquanto, fica cada vez mais raro, e parece coisa de outro planeta, sermos abordados por pessoas que nos oferecem a melhor coisa do mundo, que é Jesus, como se a vida com Ele fosse uma droga.

Os arautos das drogas argumentam assim; quem usa drogas não é careta, está na moda, em dia com o seu tempo, curte a vida de montão, mostra e aproveita a sua liberdade, faz altas viagens, conhece o paraíso, fica maneiro, esquece os problemas da vida e o stress cotidiano, e totalmente de graça.

É claro que não mostram o outro lado da sua doutrina, que, de graça mesmo, só da primeira vez que te oferece ou, quando muito, até você se tornar um dependente. A partir daí, surge um novo consumidor, de quantidade cada vez maior, de produto cada vez pior, um verdadeiro escravo, que gastará todos os recursos para manter o vício. Quando estes acabarem, vai vender tudo que tem e até o que não tem, pois vai começar a roubar e a matar para poder manter a droga, ainda que a sua mente e moral (enquanto a possuir), seja contra.

Eles dizem que você vai curtir a vida, mas não dizem que é na sarjeta, no submundo, na miséria, na delegacia. Dizem que esquecerá os problemas, e é verdade, você não terá mais com o que nem com quem se preocupar, pois perderá tudo; a sua família, o seu trabalho, a sua saúde. A única preocupação que terá, vai ser a de manter as suas altas viagens, sendo que a mais alta, fica a sete palmos abaixo do chão, após uma overdose, uma agulha contaminada, o corpo vendido que contraiu uma doença terminal, ou pela deterioração que o corpo naturalmente sofrerá.

Há! E tudo isto, claro, não antes de matar os seus amigos e entes queridos, de desgosto, preocupação, tristeza, e até assassinado por algum bandido que você ajudou a patrocinar com o dinheiro que envia aos traficantes quando compra drogas. Talvez seja por um amigão seu, também usuário, freqüentador do paraíso, que no afã de manter o vício, precisou assaltar o seu parente e tudo acabou em morte e tragédia. 

Como vê, estes arautos mentem para você, não são dignos de crédito, e só apresentam um lado da verdade. Você só descobrirá toda a verdade, quando não conseguir mais sair. Mas, afinal, o que se tem a perder!? Você não é careta, quer estar na moda, em dia com o seu tempo; e morrer, ser preso, se tornar um mutambo humano, um dependente químico, está na moda, assim como a violência, o tráfico, a bandidagem. Isto sim é ser livre, diferente, bacana, esperto e atual!

Quanto à Jesus! Embora não engane ninguém e diga sempre a verdade, viver com Ele, isto é ser careta. O que Ele tem a oferecer? Isto é que é uma droga. Por isso os seus arautos decrescem a cada dia, e cada vez mais se envergonham de apresentá-Lo às pessoas. Quem teria coragem de traficar o que Jesus oferece? 

Ele oferece a verdadeira liberdade ao nos livrar do pecado, como disse: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36) Ele liberta da ira, do ódio, do egoísmo, da mentira, do orgulho, dos vícios, do engano de Satanás.

Ele oferece a vida abundante e verdadeira, cheia de propósitos e de objetivos para que possamos curtir, como disse: "O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." (João 10:10) Ele preenche o vazio que há em nós, dá a razão do nosso existência, do nosso viver, da felicidade plena, e nos enche de alegria verdadeira e constante. Quem quer isto? 

Ele nos faz viajar nas coisas espirituais, na Sua Palavra e promessas. Nos faz caminhar ao Seu lado, arrebatando-nos, dando sonhos, visões, e oferecendo uma linda viagem para o céu, para estarmos ao Seu lado por toda a eternidade, como disse: "Virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 14:6) Alguém desejaria algo assim?

Quanto aos problemas, destes Ele não nos livra, mas novamente prova ser verdadeiro. Antes, nos adverte que teremos muitos problemas, como disse: "No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João 16:33) Mas Ele nos dá esperança, pois venceu, e promete estar para sempre ao nosso lado, mesmo em meio aos problemas, como disse: "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." (Mateus 28:20)

Ele nos livra de encarar os problemas de modo errado; "Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada." (Romanos 8:18) Livra-nos da expectativa e ansiedade (que é o que faz sofrer diante dos problemas), ao afirmar que Ele tem cuidado de nós: "Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." (Filipenses 4:6)

"E disse aos seus discípulos: Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir. Pois a vida é mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário. Considerai os corvos, que não semeiam nem ceifam; não têm despensa nem celeiro; contudo, Deus os alimenta. Quanto mais não valeis vós do que as aves! Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Porquanto, se não podeis fazer nem as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé? Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas." (Lucas 12:22-31) Esta é a promessa de Jesus, quem vai querer!

É isto que Ele tem a oferecer!? Amor? Paz? Perdão? Felicidade? Alegria? Vida plena e sem ansiedade? Comunhão e intimidade com Deus? Resposta ao que pedirmos com fé em oração? Salvação? Vida eterna? E tudo de graça, porque Ele já pagou o que era devido, com a sua própria vida e seu sangue derramado, devido ao amor com que me amou? Como diz: "Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós." (Romanos 5:8)

Compare estas duas realidades e descubra qual é a verdadeira droga. Observe e compare a vida e o fim das pessoas que aceitam o que o traficante oferece com a vida e o fim das pessoas que aceitam o que Jesus oferece, depois faça a sua escolha. Mas não seja careta, seja apenas esperto, compare antes de escolher o que será melhor para você. Decida-se em quem vai acreditar, e lembre-se destes dois textos: "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte." (Provérbios 14:12); "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:33) Depois, curta a vida ao máximo, no limite do que a sua escolha puder ofertar.

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O Número 666 - Marca Registrada da Tribulação?

Fonte ->  http://www.estudosgospel.com.br


       A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.
       A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.
       O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
       Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados:
 
"...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16).
 
       O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
       A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse:
 
"E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela".  Ezequiel 9.4
 
      Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:
       A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]
       Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

Uma Identificação Traiçoeira

Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia.
       Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.
       Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.
       A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

Calculando o Número

        O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca.
       Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.
       Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.
       O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.
       Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

       Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.
       Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.
       Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.
       Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.
       O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

       Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.
       A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
  • a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
  • o número 666, não uma representação
  • uma marca, como uma tatuagem
  • visível a olho nu
  • sobre a pele, e não dentro da pele
  • facilmente reconhecível, e não duvidosa
  • recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
  • usada após o Arrebatamento, e não antes
  • usada na segunda metade da Tribulação
  • necessária para comprar e vender
  • recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
  • uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
  • promovida pelo falso profeta
  • uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
   
       A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
       Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

Conclusão

       O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - )

1. Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.
2. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
3. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
4. Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.
5. Thomas, Revelation 8-22, p. 182.
6. Thomas, Revelation 8-22, p. 185.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2004.
 
Autor:  Thomas Ice

Postado em: 09:25, 21/5/2007
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A Besta e a Babilônia Apocalípticas

Tudo sobre o assunto poderá ser lido no blog: www.laurohenchen.blogspot.com que peço propagarem ao mundo pela sua extrema importância e urgência. É só conferir. Que o Senhor os abençoe. Grato. Pr Lauro

Posted by Anonymous at 12:03, 9/1/2010

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Blog de Internet.

O mundo precisa ler e divulgar o blog: www.laurohenchen.blogspot.com. Desafio o mundo a contestar o assunto sobre o 8º rei do Apocalipse. Grato. Pr Lauro.

Posted by Pr Lauro Henchen at 12:08, 20/12/2009

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RPG e demonismo

Quanta ignorância! Bem se vê que quem escreveu o artigo nunca presenciou uma sessão de RPG. Pelo menos não uma divertida. "Sessão", não se assuste com este nome, que você sem pensar duas vezes pode relacionar a um evento de cunho religioso, provavelmente satânico, tem aqui o mesmo sentido que em, por exemplo, sessão de cinema.

O RPG (como o D&D, tão criticado aqui) é uma atividade lúdica que exige socialização, criatividade e inteligência, podendo ter inclusive efeitos benéficos sobre a saúde do jogador e seus processos de aprendizagem.
A pesquisa sobre o uso de RPGs na educação é uma área que promete muito.
Quanto à lista de crimes praticados por pretensos jogadores de RPG, querendo com isso insinuar que o crime e esta atividade estão associadas, não apresenta nenhum argumento que resista à constatação de que, assim como há criminosos que jogam tênis, que soltam pipas, que colecionam figurinhas ou que saltam de asa-delta, sem dúvida ha criminosos que já jogaram RPG.

Posted by Anonymous at 03:09, 6/9/2008

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