23:52, 19-Jul-2011
1 Pessoa Online
Caros amigos e eleitores da Brasilandia
esta chegando o dia da eleição e para ser seu representante
peço o seu voto.

PONTOS DE VOTAÇÃO CONSELHO TUTELAR DE BRASILANDIA
DE ENDEREÇO PARA ENDEREÇO
EMEF ANTONIO PRUDENTE RUA MANUEL INACIO ALVARENGA, 50
EMEF ANTONIO PRUDENTE RUA MANUEL INACIO ALVARENGA, 50
EE OLINDA LEITE SINISGALI RUA EMILIO KEMP, 126
EMEF ANTONIO PRUDENTE RUA MANUEL INACIO ALVARENGA, 50
C.I.E.J.A - FREGUESIA/BRASILÂNDIA RUA JITAUNA, 30
EMEF ANTONIO PRUDENTE RUA MANUEL INACIO ALVARENGA, 50
CEI VILA PENTEADO RUA LUIZ JOSE JUNQUEIRA FREIRE,125
EMEF ANTONIO PRUDENTE RUA MANUEL INACIO ALVARENGA, 50
EMEF DESEMBARGADOR SEBASTIAO NOGUEIRA DE LIMA RUA JOAQUINA MARIA DOS SANTOS, 177 EMEF DESEMBARGADOR SEBASTIAO NOGUEIRA DE LIMA RUA JOAQUINA MARIA DOS SANTOS, 177
EE PROFESSOR JULIO DE FARIA E SOUZA RUA POMPEU PEQUENO SOUZABRASIL,89
EMEF DESEMBARGADOR SEBASTIAO NOGUEIRA DE LIMA RUA JOAQUINA MARIA DOS SANTOS, 177
EE JOÃO BOEMER JARDIM RUA CRISTOVÃO SANTIAGO, 50 EMEF CASTRO ALVES RUA AGENOR ALVES MEIRA, 285
EMEF CASTRO ALVES RUA AGENOR ALVES MEIRA, 285 EMEF CASTRO ALVES RUA AGENOR ALVES MEIRA, 285
EE HELIOS HEBER LINO RUA MONTES PIRINEUS, 600
EMEF CASTRO ALVES RUA AGENOR ALVES MEIRA, 285
EE PROFESSORA RAQUEL ASSIS BARREIROS AVENIDA GENERAL PENHA BRASIL, 1225
EMEF CASTRO ALVES RUA AGENOR ALVES MEIRA, 285
EE WALFREDO ARANTES CALDAS AVENIDA DEPUTADO CANTIDIO SAMPAIO, 1701
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EMEF THEO DUTRA AVENIDA GUILHERME DE ALMEIDA, 110
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EE VILA PENTEADO II AVENIDA DEPUTADO CANTIDIO SAMPAIO, 1701
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EE PROFESSORA LUIZA SALETTE JUNCÁ DE ALMEIDA AVENIDA DEPUTADO CANTIDIO SAMPAIO, 1701
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EMEI ANITA GARIBALDI RUA OTELO ZELONI, 60
EE MARTIN EGIDIO DAMY RUA PAULO GARCIA AQUILINE, 406
EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EE CHIQUINHA RODRIGUES RUA CAIAPE, S/N
EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EE PROFESSORA ELIZABETH APARECIDA SIMÕES MESQUITA AVENIDA JOSE DA NATIVIDADE SALDANHA, S/N EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EMEF EMBAIXADOR RAUL FERNANDES RUA NAIR RAMOS SCHURING, 2515
EMEF GERALDO SESSO JUNIOR RUA JOSE SIQUEIRA BRITO, S/N
EE PROFESSOR EDGARD PIMENTEL REZENDE RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 120
EMEI PROFESSOR TITO LIVIO FERREIRA RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 300
EE PROFESSOR JAIR TOLEDO XAVIER RUA JOAQUIM DE ALMEIDA MORAIS, S/N
EMEI PROFESSOR TITO LIVIO FERREIRA RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 300
EMEI PROFESSOR TITO LIVIO FERREIRA RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 300
EMEI PROFESSOR TITO LIVIO FERREIRA RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 300
CEI VILA NINA RUA JOSE DE CAMPOS NOVAES, 200
EMEI PROFESSOR TITO LIVIO FERREIRA RUA JERONIMO SOUTO MAIOR, 300
EMEF PROFESSOR ANDRE RODRIGUES DE ALCKIMIN RUA MARCELINO JOSE DE FREITAS, 619
EMEF PROFESSOR ANDRE RODRIGUES DE ALCKIMIN RUA MARCELINO JOSE DE FREITAS, 619
EE DOUTOR UBALDO COSTA LEITE RUA JOSE DA COSTA PEREIRA, 70
EMEF PROFESSOR ANDRE RODRIGUES DE ALCKIMIN RUA MARCELINO JOSE DE FREITAS, 619
EMEI VEREADOR ALEX FREUA NETTO RUA SANTANA DO ARACUARI, 185
EMEF PROFESSOR ANDRE RODRIGUES DE ALCKIMIN RUA MARCELINO JOSE DE FREITAS, 619
EMEF JARDIM GUARANI RUA SANTANA DO ARAÇUAI, 190
EMEF PROFESSOR ANDRE RODRIGUES DE ALCKIMIN RUA MARCELINO JOSE DE FREITAS, 619
EE DOUTOR GENESIO DE ALMEIDA MOURA RUA DOMINGOS AREVALO, 862
EMEF SENADOR TEOTONIO VILELA - CÉU DA PAZ RUA DANIEL CERRI, 1549
EMEF JOÃO AMÓS COMENIUS RUA IBIRAIARAS, 400
EMEF SENADOR TEOTONIO VILELA - CÉU DA PAZ RUA DANIEL CERRI, 1549
EMEF SENADOR TEOTONIO VILELA - CÉU DA PAZ RUA DANIEL CERRI, 1549
EMEF SENADOR TEOTONIO VILELA - CÉU DA PAZ RUA DANIEL CERRI, 1549
EMEI BILAC PINTO RUA IBIRAIARAS, 19
EMEF SENADOR TEOTONIO VILELA - CÉU DA PAZ RUA DANIEL CERRI, 1549
EMEF SENADOR MILTON CAMPOS RUA PERSIO DE SOUZA QUEIROZ FILHO, 155
EMEF SENADOR MILTON CAMPOS RUA PERSIO DE SOUZA QUEIROZ FILHO, 155
EE DEPUTADO LUIZ SERGIO CLAUDINO DOS SANTOS RUA PEDRO ANTONIO CONCEICAO, 255
EMEF SENADOR MILTON CAMPOS RUA PERSIO DE SOUZA QUEIROZ FILHO, 155
EE CRISPIM DE OLIVEIRA RUA JOAQUIM DE SOUSA BRITO, 122
EMEF SENADOR MILTON CAMPOS RUA PERSIO DE SOUZA QUEIROZ FILHO, 155
CEI VILA BRASILÂNDIA RUA DOMINGOS VEGAS, 500
EMEF SENADOR MILTON CAMPOS RUA PERSIO DE SOUZA QUEIROZ FILHO, 155
EE RENATO DE ARRUDA PENTEADO RUA FLORIANO DA COSTA BARROSO, 10
EMEI JOSE CANAVO FILHO RUA EUVALDO AUGUSTO FREIRE, 02
EE PROFESSORA MARIA HELENA GONÇALVES DE ARRUDA - AYVAEDNOIIDAA DEPUTADO CANTIDIO SAMPAIO, 4678 EMEI JOSE CANAVO FILHO RUA EUVALDO AUGUSTO FREIRE, 02
EMEI JOSE CANAVO FILHO RUA EUVALDO AUGUSTO FREIRE, 02
EMEI JOSE CANAVO FILHO RUA EUVALDO AUGUSTO FREIRE, 02
EE FLAMINIO FAVERO AVENIDA GENERAL PENHA BRASIL, 3001
EMEF PROFESSORA CECILIA MORAES DE VASCONCELOS
RUA ROMULO NALDI, 147
EMEF PRIMO PASCOLI MELARE AVENIDA INAJAR DE SOUZA,6975
EMEF PROFESSORA CECILIA MORAES DE VASCONCELOS RUA ROMULO NALDI, 147
EMEF PROFESSORA CECILIA MORAES DE VASCONCELOS RUA ROMULO NALDI, 147
EMEF PROFESSORA CECILIA MORAES DE VASCONCELOS RUA ROMULO NALDI, 147
EE PROFESSORA DALILA DE ANDRADE COSTA RUA ARROIO DO MEIO, S/N
EMEF PROFESSORA CECILIA MORAES DE VASCONCELOS RUA ROMULO NALDI, 147
OBS: os nomes em vermelho são os pontos de votação
Os candidatos que se inscreveram para o cargo de conselheiro tutelar TÊM ATÉ O DIA 6 DE JUNHO para comparecerem a sede do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente para entregar os documentos necessários para a efetivação da candidatura.
A entrega dos requisitos acontece impreterivelmente das 10 ÀS 17 HORAS NO 13º ANDAR DO PRÉDIO SÃO JOAQUIM, LOCALIZADO NA RUA LÍBERO BADARÓ, 119, CENTRO DE SÃO PAULO. Os documentos necessários para a entrega estão dispostos no artigo quinto da Resolução 99/ CMDCA/ 2011 ((cl)). Confira o artigo na íntegra abaixo.
Nome do Candidato MANUEL MESSIAS FERNANDO DA COSTA
Número do Candidato 03004
I. ter reconhecida idoneidade moral, comprovada por:
a) atestado de antecedentes criminais expedidos pelas Polícias Estadual e Federal
b) CERTIDÃO DOS DISTRIBUIDORES CÍVEIS E CRIMINAIS DA JUSTIÇA ESTADUAL e Federal;
II. ter idade igual superior a 21 anos, comprovado por:
a) cédula de Identidade nº de RG do eleitor.
III. ter residência na Cidade de São Paulo, comprovada por:
a) prova de residência, através de contas de energia elétrica ou de telefone ou de água ou correspondência pessoal ou comercial
ou bancária, em nome do candidato, referente a um dos três meses anteriores à publicação do edital.
IV. ter domicílio eleitoral na Cidade de São Paulo;
V. estar em dia com os direitos político, comprovado por:
a) título de Eleitor original e comprovante de votação dos dois turnos da último eleição
b) comprovante oficial de justificativa ou
c) certidão de quitação com a justiça eleitoral.
VI. estar em dia com as obrigações do SERVIÇO MILITAR, se do sexo masculino, comprovado com certificado de reservista;
VII. ter reconhecida experiência e compromisso na área de defesa ou atendimento aos direitos da criança e do adolescente,
conforme previsto no inciso V, do artigo 13, da Lei Municipal 11.123/91, comprovado por:
a) CURRICULUM VITAE “E” ;
b) DECLARAÇÃO DE PROVA DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL E EXPERIÊNCIA JUNTO À ÁREA DE DEFESA DOS DIREITOS E/OU ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE emitida pelo Ministério Público ou pelo Juizado da Criança e do Adolescente “OU” por 01 entidade registrada no CMDCA/SP (cópia do registro com validade mínima de dois anos) “OU” por MOVIMENTOS POPULARES “OU” por instituições governamentais,
SENDO QUE os documentos de entidades registradas no CMDCA ou por MOVIMENTOS POPULARES, deverão estar ACOMPANHADOS PELA ATA
da reunião da Diretoria que o referendou.
Parágrafo Primeiro - Entende-se por movimento popular todas as organizações não constituídas juridicamente, que comprovem
sua atuação na Cidade, conforme o inciso 1º, do artigo 1º do Decreto nº 44.728/04, devendo APRESENTAR A SEGUINTE DOCUMENTAÇÃO:
A) EXISTÊNCIA MÍNIMA DE 02 (DOIS) ANOS, COMPROVADA POR MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS DE SEUS REPRESENTANTES OU DECLARAÇÃO DE AUTORIDADES PÚBLICAS OU REPORTAGENS QUE COMPROVEM A ATUAÇÃO EM DEFESA DA CAUSA, OU OUTROS REGISTROS PROBATÓRIOS;
B) LISTA NOMINAL, ASSINADA E COM NÚMERO DE DOCUMENTO DE IDENTIDADE DE, PELO MENOS, 20 (VINTE) INTEGRANTES DO MOVIMENTO, DA QUAL CONSTE TAMBÉM O NOME DE SEUS LÍDERES, COM OS RESPECTIVOS ENDEREÇOS.
VIII. toda documentação mencionada nos incisos II, III, IV, V, VI, VII, Parágrafos Primeiro e Segundo, deverá ser apresentada em cópia simples, acompanhada dos originais, para simples conferência.
02:35, 11-Jun-2011
Quantas e quais linhas de metrô, ônibus e trem:
Só temos metro e trem na barra funda, sobre ônibus ainda falta muito para ficar bom Exemplo do jd. Damasceno e precário antes tinha uma linha saindo do bairro para barra funda e lapa, tiraram e agora só tem uma linha do bairro para Santana e uma linha de peruas para terminal cachoeirinha, sem falar que leva em media de 50 minutos para chegar ao terminal cachoeirinha um percurso de 06 km, nesta região sempre tem protesto dos moradores local com queima de pneus e fechando a AV. Deputado cantidio Sampaio nesta região a muitas caçambas de entulhos e interditando a passagem dos ônibus e carros de passeios,
O que tem de infraestrutura na região;
Faltam melhorias no asfalto ruas esburacadas, área publica invadida por moradores sem teto,
Dados físicos da região (favelas, ruas pavimentadas ou não, córregos, lagos, rios)
A rios na região que estão sendo cuidado e outros não, a muitas favelas de bloco, ruas sem asfalto nas regiões mais pobres, Exemplos casas sem reboco e pinturas,tem uma região que tem muita favela a região do Jd. Paraná LÀ falta de tudo.
Quantas redes de comércio têm na região (lojas, restaurantes);
Na maioria dos bairros tem mercado eles são de médio porte, a maioria e bar venda direto de bebidas alcoólicas
Quantas moradias há na região;
Moradias não sei exatamente mais sei que a media de habitantes são
950.000 habitantes.
Quais são as principais vias de acesso da região;
Av. inajar de Souza, marginal tiete:
Quantas e quais igrejas;
A muitas são 39 paróquias, a maioria e evangélicas:
Quantos e quais parques;
Não conheço:
Quantos e quais Shoppings;
Não temos
Quantos e quais cemitérios;
02 cachoeirinha e freguesia do Ò:
Quais são os pontos críticos da região;
Saúde, educação, esportes, cultura, transportes, lazer, segurança,emprego,geração de renda,
Quais são os dados de abastecimento da região;
Se For de água e boa:
Quantas e onde ficam as áreas verdes da região;
A maioria são na região do jd, damasceno e jd, Paraná:
Quantas e quais delegacias de polícia têm na região;
são 03, 72 DP, e outra na av., Itaberaba, outra na brasilandia:
Quantos e quais centros de saúde (hospitais, postos de saúde, maternidades);
São 03 Hospitais, Cachoeirinha, João Paulo, e penteado, posto de saúde falta em alguns bairros, Exemplo do Jardim Damasceno que tem em media 12000,00 mil habitantes e não tem se quer um posto de saúde, outro bairro com o mesmo problema e o jd, Paraná:
Quantos e quais centros de cultura (cinema, teatro, bibliotécas);
Só no largo da matriz, nos bairros não conheço:
Quantas e quais áreas de esporte e lazer na região;
A alguns as áreas mais carentes são as periferias
Quantas e quais áreas destinadas aos idosos na região (asilos, entidades carentes, lares de apoio, instituições);
Na região tem muitas entidades mais a maioria não tem como ajudar por ser sem fins lucrativos e por falta de apoio:
Quais são os pontos turísticos da região;
Só o largo da matriz, falta muito pontos turísticos na região:
Quais são os pontos de referência da região;
Largo da matriz, largo do clip e terminal cachoeirinha:
Quais unidades de ensino existem na região (escolas, universidades, cursos, CEU's, Etec's, Fatec's, creches);
No meu conhecimento tem 02 céus paz e escolas tem bastante mas falta mais escolas exemplo: faculdades, e Fatec, creche a procura e muitas falta quando tem falta vagas:
A região possui festas típicas ou eventos em determinado momento do ano;
Sim em alguma região dos bairros, ate por ser pobre em recursos, e falta de apoio:
A história do bairro da Freguesia do Ó.
OBS: a brasilandia e um distrito da F,do Ò
A história de Vila Brasilândia confunde-se com a história de amor vivida pelo casal Brasilio e Tereza Simões. O território brasilandiense originou-se através de vários loteamentos. Brasilândia é o produto do desmembramento de inúmeros sítios e chácaras existentes nas primeiras décadas deste século. Em um destes sítios viveu o Sr. Brasilio Simões, cultivador de cana-de-açúcar e fabricante da Caninha do Ó, conhecida aguardente da época.
A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, iniciava-se à altura do 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã pertencia à Família Siqueira.
Com o desenvolvimento do país, do estado e da cidade, Brasilândia também sofreu modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, dentre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Recordando um pouco da história, lembramos que a questão habitacional passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos". Interessa esclarecer que, pelo fato de as construções de cortiços serem vedadas nas zonas centrais ou comerciais, é justamente nas áreas mais problemáticas e recém integradas ao perímetro urbano do município que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos, preocupando-se com a beleza e o saneamento no centro da cidade, executaram reformas urbanas, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, pois os imóveis que resistem à demolição têm seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essa famílias, fugindo dos altos aluguéis, que passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Como essas pessoas já se conheciam anteriormente, a Brasilândia, em seu início, era como uma grande família e todos viviam em comunhão. A grande maioria das casas foram construídas pelos próprios moradores, em mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais e, assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder, foi registrado em 24 de janeiro de 1947. Esta data foi estabelecida através de levantamento realizado pelo Jornalista Célio Pires de Araujo, junto ao Registro de Imóveis. Por iniciativa do Vereador José Viviani Ferraz, visando atender solicitação feita pelo morador Zezinho Rodrigues, elaborou-se Projeto de Lei número 11.342, de 10 de novembro de 1992, relativo à data. O então prefeito Paulo Maluf decretou a data como sendo "O Dia da Brasilândia", a ser comemorado todos os anos. Assim sendo, o dia 24 de Janeiro ficou sendo o Dia Oficial de Brasilândia.
Em 28 de fevereiro de 1964, por meio da Lei no 8092, Brasilândia foi elevada a 40o Subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão neste espaço. A Brasilândia é maior, em extensão e população, do que muitas cidades interioranas.
No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território brasilandiense. Entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jd. Itaberaba, etc. Várias famílias escreveram a história do bairro: Famílias Teresa Simões, Bonilha, Budin, Algante, Okada, Yamazaki, Ono, Rodrigues, Souza, Campos, Santos, Gomes, Cardoso, Antonio Cruz, Gatto, Caetano Pinto, Galdino, Pereira dos Santos, Fraga, Guilherme, Soares, Tille, Pita, "Chico Baiano", Compri, Conzales, Zolezzi, Linge, Barbosa, Pavão, Brugnera, Revite, Albano, Coiro e muitas outras.
Quaisquer outros dados que queira me enviar, agradeço muito.
Brasilândia: região noroeste do município de SP que surgiu na margem do rio Tietê, marcada pelos morros da Serra da Cantareira. Uma das regiões mais pobres, ou talvez a mais pobre, da cidade e da arquidiocese de São Paulo, e sendo situada geograficamente na margem tornou-se também sócio-politicamente marginalizada, até hoje. Daí a expressão: “Da Brasilândia pode vir alguma coisa boa?” Desde 1989, quando a região episcopal Brasilândia foi criada – o marco histórico de 20 anos de caminhada comemora-se também nestes dias – as comunidades de base e os agentes de pastoral consideravam esta “má fama” da região como um desafio evangelizador que valeria a ser revertido. Hoje são 39 paróquias e áreas pastorais que abrangem uma região com 950.000 habitantes.
29 de março de 2009: chegou a vez deste regional episcopal – uma “sub-diocese da arquidiocese de SP - celebrar a sua peregrinação à Catedral da Sé por ocasião do Ano Paulino 2008/2009. Às 10 horas deste 5º domingo da Quaresma reuniram-se mais ou menos 300 peregrinos no Largo do Clipper, situado no bairro Freguesia do Ó, dispostos a caminhar com muita fé e amor os 12 km até ao centro da metrópole passando pelas avenidas principais (não há alternativas). As bandeiras, faixas e camisas coloridas revelam a origem e a “identidade espiritual” dos participantes: os nomes dos padroeiros e padroeiras de suas comunidades e paróquias, sua pastoral, seu movimento religioso; tudo tem um “cheiro forte de CEBs”, mas também um grupo significativo de jovens da Comunidade Aliança da Misericórdia está presente. A imagem de Nossa Senhora Aparecida vai naturalmente à frente tornando-se a protetora e guia dos peregrinos.
Os padres Aécio, Neno e José Renato, o coordenador das CEBs e algumas cantoras prestam um belíssimo serviço de animação: cantando, rezando, refletindo alteram-se as músicas tão conhecidas das caminhadas e lutas da Igreja libertadora da América Latina, como “Virá um dia em que todos..., Sou caipira pira pora nossa, Senhora de Aparecida..., Quando o Espírito de Deus soprou..., Vem vamos embora, pois esperar não é saber..., Não posso respirar, não posso mais andar...”. Levanta-se os “gritos de guerra” como “a paz é fruto da justiça!”, “católico na comunidade – comprometido com a sociedade”! Reza-se o Pai Nosso, uma Ave Maria, a oração pela paz e reflete-se umas frases-chaves das cartas do Apóstolo Paulo. Fala-se da realidade dos bairros da Brasilândia onde há grandes precariedades nas áreas da saúde, educação, desemprego, transporte e segurança pública, cultura e lazer.
As pesquisas recentes comprovam estes “males sem fim”: em setembro de 2008 a DATAFOLHA da Folha de São Paulo publicou o DNA Paulistano no qual Brasilândia consta no último lugar (96º) em termos de qualidade de vida de todas as regiões pesquisadas no município de SP recebendo um índice de satisfação 4,1 (média de notas atribuídas pelos moradores), enquanto o melhor bairro de São Paulo, o Jardim Paulista, tem um índice de 7. Por outro lado, Brasilândia ocupa 5 vezes o “primeiro” lugar: em pior nota para o bairro, em pior nota para condição de moradia, para fornecimento de energia elétrica, para iluminação pública, para opções de atividade culturais. Enfim, este povo sente a problemática da Campanha da Fraternidade no dia-a-dia na sua pele: a injustiça causa desigualdade social e essa causa violência. Conseqüentemente, este “retrato do rosto vincado pelo sofrimento, crispado pelo medo, entristecido pelo abandono, mas que também é capaz de estampar um sorriso acolhedor e esperançoso”, como diz o site da região episcopal, refletia-se no jeito de celebrar a peregrinação paulina: não poderia ser de uma forma clássico-piedosa, mas sim com a “cara” deste povo: uma caminhada de fé e de vida, ambas alimentadas por uma única mística: o Deus libertador, encarnado em Jesus Cristo que caminha conosco como com os discípulos de Emaús e cuja presença torna-se perceptível na partilha das conversas e do pão.
Impressionante observar também a consciência ecológica destes cristãos comprometidos: naquela região já atua uma Pastoral Ecológica que por sinal promove um simpósio no mês de abril. E que gesto de esperança! Quando os peregrinos atravessam a ponte sobre o rio Tietê, todos estendem sua mão em direção às águas poluídas afirmando que um dia iremos beber água deste rio! A sinceridade e humildade deste povo de Deus fazem igualmente parte de seu caminhar: sabe que é santo, que constrói o Reino de Deus praticando o bem, mas também reconhece-se pecador, omisso, e por isso a peregrinação tem um caráter penitencial e reconciliador. Outro elemento da espiritualidade desta Igreja peregrina, libertadora, militante na América Latina é a memória de seus mártires: invoca-se seus nomes, agradece-se a Deus pelo seu profetismo, sente-se a presença deles e delas. Devido à comemoração recente dos seus 29 anos de martírio – uma comunidade na Brasilândia tem o seu nome – destaca-se a pessoa do pastor Dom Oscar Romero que marcou a frase: “Como cristão não acredito na morte, mas na ressurreição: Se me matam, ressuscitarei no povo salvadorenho!” De fato, seu sangue derramado fortalece a caminhada das CEBs, não só em El Salvador, mas também no Brasil.
Para quem vem de fora e já participou inúmeras vezes de caminhadas e procissões no religioso Nordeste do Brasil, uma passagem pela cidade de São Paulo é algo inédito, diferente, aventureiro! De repente, um pequeno grupo, escoltado de todo lado pela Polícia Militar, anda pelas vias e avenidas largas, recebendo preferência no transito agitado da cidade, também aos domingos. As pessoas nas ruas, nos prédios e nos bares olham de um jeito e de outro; passamos ao lado de centenas de moradores de rua, na frente de Igrejas evangélicas reunidas em culto. Por isso, Dom Odilo, arcebispo de SP, teve muita empatia e razão na pregação da Missa quando disse: “Vocês foram hoje um sinal profético para a cidade! ‘Aonde vão estes? Para o estádio? Não! São gente da Igreja!’ devem ter comentado quem viu vocês”.
Chegando ao centro da metrópole, uma cena significativa apresenta-se para quem tem olhos de enxergar: o grupo dos peregrinos torna-se uma “procissão de formigas” no meio dos prédios altos, símbolos do poder econômico, principalmente frente ao prédio mais alto que é do Banco do Santander... são os pequenos Davis de hoje que lutam contra os Golias modernos. A peregrinação de fé e vida não teria atingido todos os seus objetivos se os fiéis tivessem se dirigido em linha reta à Catedral da Sé. Não só a graça da indulgência é interessa neste dia, mas também uma parada frente à Prefeitura Municipal de SP, centro do poder político local. Este local torna-se o ponto de encontro com as demais caravanas de peregrinos vindas de ônibus, agora já são mais de 1.500 pessoas. Aqui a Igreja militante da Brasilândia quer gritar as suas reivindicações que surgem do povo marginalizado da periferia para que o Prefeito as ouça. Um jogo de cidadania é a questão de poder entrar no espaço físico frente ao prédio, cercado por grades e segurado pela Guarda Municipal. É área pública ou precisa-se de uma autorização especial? Seja como for, a situação fica tensa por alguns momentos. É nestas horas que se decide como praticar diante de uma violência simbólica uma atitude de paz. Enfim, Dom Simão, bispo auxiliar, entrega a um vereador da Câmara Municipal uma carta em nome do povo da Brasilândia, na qual se solicita uma maior atenção do poder executivo às necessidades da região e pede-se a retomada do diálogo anteriormente iniciado entre o Prefeito Kassab e a Igreja Católica.
Com passo alegre e animado, a multidão dos peregrinos percorre o trecho curto até a Catedral da Sé, que ficou bem lotada. O hino da CF cantado por uma assembléia vibrante abre solenemente a celebração eucarística. Na sua homilia, Dom Odilo incentiva a todos a apoiar sua fé no testemunho fidedigno dos apóstolos, especialmente de São Paulo a quem nossas comunidades cristãs acompanham e as quais ele acompanha pelos seus escritos lidos nas liturgias; convidou a uma participação criativa da Semana Santa, principalmente do Tríduo Pascoal; e convoca as comunidades a se tornarem mais missionárias, como Felipe e André (Jo 12,20-22) que intermediaram um encontro com Jesus para os gregos desejosos. Uma colorida e longa procissão dos representantes das comissões pastorais da região conduzindo suas faixas, bandeiras e símbolos revelam toda a riqueza e diversidade de vida desta Igreja.
Sim, da Brasilândia vem coisa bonita e boa, “ecoa um grito por libertação que se transforma em salvação”! Dizem que é a Igreja, dentro de SP, com a maior consciência sócio-política (e ambiental!). A peregrinação paulina não deixa dúvidas nisso! O segredo místico dessas transformações dentro de 20 anos explica-se no site do Regional Episcopal: “A palavra de convocação foi “mutirão” e não podia ser outra, já que estávamos começando do zero. Trabalhar em mutirão foi para nós uma mística e compromisso com muitas assembléias regionais envolvendo todas as forças da região”. Trabalhar em mutirão é expressão visível do amor; por isso: é o amor que tudo alcança!
Brasilândia é um distrito situado na zona noroeste do município de São Paulo, com superfície aproximada de 21 km². Segundo o censo de 2000, contava com 220.094 habitantes, dos quais 7.610 em áreas ainda consideradas rurais.
Recordando um pouco de sua história, percebemos que a questão habitacional, passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos".
Apesar dos Cortiços existirem em grande número nas zonas centrais ou consolidadas, é justamente nas áreas mais problemáticas, recém integradas ao perímetro urbano do município, que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos apenas preocupando-se com a beleza do centro da cidade executaram ao longo da história vários processos de higienização, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, onde os imóveis que resistiam à demolição tinham seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essas famílias, que fugindo dos altos aluguéis, passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947. A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, começava à altura do número 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã, pertencia à Família Siqueira.
Com o intenso processo de urbanização na cidade a partir dos anos 40, a região Brasilândia também sofre grandes modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, entre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Na década de 60 ocorreu um grande fluxo de migrantes e imigrantes em direção à periferia do município de São Paulo, e em decorrência disto a Brasilândia - localizado na região noroeste da cidade de São Paulo e permeado pela serra da Cantareira - se tornou um dos bairros mais adensados da cidade, confundindo loteamentos com ocupações desorganizadas.
Em fevereiro de 1964, através da lei 8092, a Brasilândia foi elevada a 40º subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão nesse espaço. No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território, entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jardim Itaberaba, entre outros, hoje praticamente todas são ocupações ou loteamentos irregulares ou clandestinos, avançando em sentido à Serra da Cantareira.
A partir de 1980, explode de forma caótica o processo de urbanização na região com uma série de ocupações, na sua grande maioria realizadas pela própria população, sem a participação ou sem presença do Poder Público.
Resultado, hoje a Brasilândia é um dos bairros com maior número de favelas e loteamentos irregulares da cidade de São Paulo.
O Conjunto CDHU Brasilândia
No final da década de 80, uma gleba de aproximadamente 600.000,00 m2 hoje denominada de CDHU-Brasilândia, foi desapropriada pela Companhia Estadual de Habitação, dando início a um processo de construção de apartamentos residenciais para famílias de baixa renda e atender as demandas da região.
No ano de 1992, a União dos Movimentos de Moradia-UMM, através do Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste, assinou o primeiro contrato na gleba da Brasilândia para construir o primeiro conjunto habitacional em regime de mutirão com autogestão. Este conjunto chamava-se Garras e Lutas (B4), consistindo na construção de 160 unidades habitacionais para as famílias Sem Teto.
Entre os anos 1994 e 1998, foram construídos na mesma modalidade de mutirão, outros sete conjuntos habitacionais sob a gestão da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo :
Residencial Bela Morada (B6): 128 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Novo Horizonte (B14): 64 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 1 (B11): 112 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 2 (B16): 56 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 2 (B19): 40 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Associação Vila Albertina (B13): 64 Unidades habitacionais / Associação Vila Albertina;
Conquista Popular (B7): 160 Unidades habitacionais / Movimento Sem Terra da Zona Norte;
Atualmente encontram-se em obras os seguintes empreendimentos:
Residencial Novo Milênio (B15): 120 Unidades habitacionais UH / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Vitória (B21): 128 Unidades habitacionais UH / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Durante a construção dos primeiros prédios na gleba, iniciaram-se ainda que de forma isolada, as primeiras ocupações no entorno dos conjuntos. As ocupações eram pontuais, sem qualquer atenção ou mediação da CDHU. Porém; durante a ampliação da construção de novos Conjuntos, entre os anos de 1997-1998, as ocupações explodiram.
A diretoria da CDHU acreditava, que a qualquer momento poderia despejar todos ocupantes ao final das obras, no entanto, perdeu o controle da situação e abandonou a área do jeito em que esta se encontrava..
Assim, o processo de ocupação se intensificou por toda a gleba com uma enorme favela denominada: Favela do Conjunto Habitacional CDHU Brasilândia, que ocupa as divisas dos conjuntos, beira dos córregos, morros e áreas verdes e áreas institucionais, reservadas para os equipamentos públicos, evidenciando a incapacidade do Estado, de responder as necessidades mais básicas da população e ainda dirimir seus conflitos.
Além dos conflitos permanentes entre os moradores dos Conjuntos e os moradores da Favela, temos como uma das mais graves conseqüências desta ocupação desorganizada a falta de serviços públicos de qualidade para a população local.
Defendemos que nos projetos de urbanização em áreas de grande adensamento como a Brasilândia, os equipamentos públicos devem ser prioridade e a população deve ser envolvida para discutir a utilização de cada espaço, de modo a combinar melhoria na condição de moradia com acesso a equipamentos de qualidade.
A Luta Contra a reintegração de Posse da Favela do CDHU Brasilândia e Conquista da Urbanização
Em 2004, a CDHU através de seu departamento jurídico iniciou uma ação de reintegração de posse contra os ocupantes da gleba da Brasilândia. No mesmo ano o Juiz da Vara Lapa na Capital, concedeu a liminar a favor do Governo para reintegração de mais 2000 unidades. No entanto, a Companhia não conseguiu realizar o despejo conforme determinado pelo Juiz, o que levou a queda liminar. A CDHU recorreu Junto ao Tribunal de Justiça que restituiu a liminar. Baseado nesta decisão a reintegração de posse das famílias ficou marcada para o dia 15 de outubro de 2007.
Cientes da medida liminar de reintegração de posse, as duas Comissões de Moradores da Favela e o Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste, Associação de Moradores do Jardim Paulistano, iniciaram um processo de mobilização local para organizar as famílias, uma articulação com diversas organizações de Defesa do Direito à Moradia para denunciar tal situação e ainda, uma forte pressão junto ao Poder Público Estadual e Federal para buscar uma solução negociada para evitar a reintegração de posse.
O Movimento participou com centenas de moradores da I Jornada e Pré-jornada da Moradia Digna em fevereiro de 2007, buscando apoio para esta grave situação, junto à Defensoria Pública do Estado de São Paulo e de Seu Núcleo de Habitação e Urbanismo, que desde então, vem defendendo os Moradores, propondo uma ação Civil Pública para que O Direito à Moradia de todos e todas, seja integralmente garantido.
Foi realizado pelas Entidades um trabalho para unificar os moradores da ocupação em torno da construção das seguintes propostas:
Evitar a reintegração de posse;
Todos devem ter garantidas as suas moradias;
Urbanizar e regularizar a área;
Qualidade de vida com novos equipamentos públicos na região
A primeira fase do trabalho foi visitar e cadastrar as 2000 famílias, totalizando 8000 pessoas. Em seguida fazer uma série de reuniões com os moradores e com os órgãos públicos para tentar suspender a reintegração e garantir as famílias no processo de urbanização.
Nesta fase, além do apoio jurídico foi convidada uma equipe de Arquitetos da Universidade Barcelona, para dar apoio e orientação técnica aos moradores.
A CDHU tinha como proposta inicial, remover todos os moradores da área. Mas com a pressão do Movimento, o Estado recuou, assumindo que o despejo deveria atingir apenas a área verde do Conjunto, onde cerca de 500 moradores ocupam parte de uma área de proteção ambiental.
Depois desta irreversível decisão da Companhia Estadual, o Movimento passou a pressionar o Ministério das Cidades, para que a Secretaria Nacional de Habitação intermediasse e ajudasse na solução do problema
Assim, depois de muita mobilização do Movimento e diversas reuniões no Ministério das Cidades, a Secretaria Nacional de Habitação assumiu o compromisso de destinar recursos para atender as 500 famílias da área verde, levando a CDHU a suspender a reintegração de posse.
Assim, os moradores conquistaram uma grande vitória: a área será urbanizada pela CDHU, os ocupantes das áreas de risco e as 500 famílias da área verde serão incluídos num programa de bolsa aluguel, enquanto esperam a construção de suas novas moradias. A primeira parte dos recursos para atender os moradores da área verde virá do Fundo Nacional de Moradia de Interesse Social - FNHIS.
Finalmente, queremos dizer que esta experiência de luta na Região da Brasilândia na cidade de São Paulo se soma a milhares de outras lutas que ocorrem nas periferias das grandes Cidades brasileiras, é uma luta por cidades mais justas, em defesa de direitos básicos, como: saneamento básico, habitação digna e transporte acessível e de qualidade, é uma luta pela reforma urbana.
Mais uma vez muito obrigado
São Paulo Junho 2011
edição : Manuel
Assoc. dos moradores da zona norte
A história de Vila Brasilândia confunde-se com a história de amor vivida pelo casal Brasilio e Tereza Simões. O território brasilandiense originou-se através de vários loteamentos. Brasilândia é o produto do desmembramento de inúmeros sítios e chácaras existentes nas primeiras décadas deste século. Em um destes sítios viveu o Sr. Brasilio Simões, cultivador de cana-de-açúcar e fabricante da Caninha do Ó, conhecida aguardente da época.
A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, iniciava-se à altura do 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã pertencia à Família Siqueira.
Com o desenvolvimento do país, do estado e da cidade, Brasilândia também sofreu modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, dentre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Recordando um pouco da história, lembramos que a questão habitacional passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos". Interessa esclarecer que, pelo fato de as construções de cortiços serem vedadas nas zonas centrais ou comerciais, é justamente nas áreas mais problemáticas e recém integradas ao perímetro urbano do município que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos, preocupando-se com a beleza e o saneamento no centro da cidade, executaram reformas urbanas, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, pois os imóveis que resistem à demolição têm seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essa famílias, fugindo dos altos aluguéis, que passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Como essas pessoas já se conheciam anteriormente, a Brasilândia, em seu início, era como uma grande família e todos viviam em comunhão. A grande maioria das casas foram construídas pelos próprios moradores, em mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais e, assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder, foi registrado em 24 de janeiro de 1947. Esta data foi estabelecida através de levantamento realizado pelo Jornalista Célio Pires de Araujo, junto ao Registro de Imóveis. Por iniciativa do Vereador José Viviani Ferraz, visando atender solicitação feita pelo morador Zezinho Rodrigues, elaborou-se Projeto de Lei número 11.342, de 10 de novembro de 1992, relativo à data. O então prefeito Paulo Maluf decretou a data como sendo "O Dia da Brasilândia", a ser comemorado todos os anos. Assim sendo, o dia 24 de Janeiro ficou sendo o Dia Oficial de Brasilândia.
Em 28 de fevereiro de 1964, por meio da Lei no 8092, Brasilândia foi elevada a 40o Subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão neste espaço. A Brasilândia é maior, em extensão e população, do que muitas cidades interioranas.
No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território brasilandiense. Entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jd. Itaberaba, etc. Várias famílias escreveram a história do bairro: Famílias Teresa Simões, Bonilha, Budin, Algante, Okada, Yamazaki, Ono, Rodrigues, Souza, Campos, Santos, Gomes, Cardoso, Antonio Cruz, Gatto, Caetano Pinto, Galdino, Pereira dos Santos, Fraga, Guilherme, Soares, Tille, Pita, "Chico Baiano", Compri, Conzales, Zolezzi, Linge, Barbosa, Pavão, Brugnera, Revite, Albano, Coiro e muitas outras.
02:35, 11-Jun-2011
Quantas e quais linhas de metrô, ônibus e trem:
Só temos metro e trem na barra funda, sobre ônibus ainda falta muito para ficar bom Exemplo do jd. Damasceno e precário antes tinha uma linha saindo do bairro para barra funda e lapa, tiraram e agora só tem uma linha do bairro para Santana e uma linha de peruas para terminal cachoeirinha, sem falar que leva em media de 50 minutos para chegar ao terminal cachoeirinha um percurso de 06 km, nesta região sempre tem protesto dos moradores local com queima de pneus e fechando a AV. Deputado cantidio Sampaio nesta região a muitas caçambas de entulhos e interditando a passagem dos ônibus e carros de passeios,
O que tem de infraestrutura na região;
Faltam melhorias no asfalto ruas esburacadas, área publica invadida por moradores sem teto,
Dados físicos da região (favelas, ruas pavimentadas ou não, córregos, lagos, rios)
A rios na região que estão sendo cuidado e outros não, a muitas favelas de bloco, ruas sem asfalto nas regiões mais pobres, Exemplos casas sem reboco e pinturas,tem uma região que tem muita favela a região do Jd. Paraná LÀ falta de tudo.
Quantas redes de comércio têm na região (lojas, restaurantes);
Na maioria dos bairros tem mercado eles são de médio porte, a maioria e bar venda direto de bebidas alcoólicas
Quantas moradias há na região;
Moradias não sei exatamente mais sei que a media de habitantes são
950.000 habitantes.
Quais são as principais vias de acesso da região;
Av. inajar de Souza, marginal tiete:
Quantas e quais igrejas;
A muitas são 39 paróquias, a maioria e evangélicas:
Quantos e quais parques;
Não conheço:
Quantos e quais Shoppings;
Não temos
Quantos e quais cemitérios;
02 cachoeirinha e freguesia do Ò:
Quais são os pontos críticos da região;
Saúde, educação, esportes, cultura, transportes, lazer, segurança,emprego,geração de renda,
Quais são os dados de abastecimento da região;
Se For de água e boa:
Quantas e onde ficam as áreas verdes da região;
A maioria são na região do jd, damasceno e jd, Paraná:
Quantas e quais delegacias de polícia têm na região;
são 03, 72 DP, e outra na av., Itaberaba, outra na brasilandia:
Quantos e quais centros de saúde (hospitais, postos de saúde, maternidades);
São 03 Hospitais, Cachoeirinha, João Paulo, e penteado, posto de saúde falta em alguns bairros, Exemplo do Jardim Damasceno que tem em media 12000,00 mil habitantes e não tem se quer um posto de saúde, outro bairro com o mesmo problema e o jd, Paraná:
Quantos e quais centros de cultura (cinema, teatro, bibliotécas);
Só no largo da matriz, nos bairros não conheço:
Quantas e quais áreas de esporte e lazer na região;
A alguns as áreas mais carentes são as periferias
Quantas e quais áreas destinadas aos idosos na região (asilos, entidades carentes, lares de apoio, instituições);
Na região tem muitas entidades mais a maioria não tem como ajudar por ser sem fins lucrativos e por falta de apoio:
Quais são os pontos turísticos da região;
Só o largo da matriz, falta muito pontos turísticos na região:
Quais são os pontos de referência da região;
Largo da matriz, largo do clip e terminal cachoeirinha:
Quais unidades de ensino existem na região (escolas, universidades, cursos, CEU's, Etec's, Fatec's, creches);
No meu conhecimento tem 02 céus paz e escolas tem bastante mas falta mais escolas exemplo: faculdades, e Fatec, creche a procura e muitas falta quando tem falta vagas:
A região possui festas típicas ou eventos em determinado momento do ano;
Sim em alguma região dos bairros, ate por ser pobre em recursos, e falta de apoio:
A história do bairro da Freguesia do Ó.
OBS: a brasilandia e um distrito da F,do Ò
A história de Vila Brasilândia confunde-se com a história de amor vivida pelo casal Brasilio e Tereza Simões. O território brasilandiense originou-se através de vários loteamentos. Brasilândia é o produto do desmembramento de inúmeros sítios e chácaras existentes nas primeiras décadas deste século. Em um destes sítios viveu o Sr. Brasilio Simões, cultivador de cana-de-açúcar e fabricante da Caninha do Ó, conhecida aguardente da época.
A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, iniciava-se à altura do 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã pertencia à Família Siqueira.
Com o desenvolvimento do país, do estado e da cidade, Brasilândia também sofreu modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, dentre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Recordando um pouco da história, lembramos que a questão habitacional passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos". Interessa esclarecer que, pelo fato de as construções de cortiços serem vedadas nas zonas centrais ou comerciais, é justamente nas áreas mais problemáticas e recém integradas ao perímetro urbano do município que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos, preocupando-se com a beleza e o saneamento no centro da cidade, executaram reformas urbanas, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, pois os imóveis que resistem à demolição têm seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essa famílias, fugindo dos altos aluguéis, que passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Como essas pessoas já se conheciam anteriormente, a Brasilândia, em seu início, era como uma grande família e todos viviam em comunhão. A grande maioria das casas foram construídas pelos próprios moradores, em mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais e, assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder, foi registrado em 24 de janeiro de 1947. Esta data foi estabelecida através de levantamento realizado pelo Jornalista Célio Pires de Araujo, junto ao Registro de Imóveis. Por iniciativa do Vereador José Viviani Ferraz, visando atender solicitação feita pelo morador Zezinho Rodrigues, elaborou-se Projeto de Lei número 11.342, de 10 de novembro de 1992, relativo à data. O então prefeito Paulo Maluf decretou a data como sendo "O Dia da Brasilândia", a ser comemorado todos os anos. Assim sendo, o dia 24 de Janeiro ficou sendo o Dia Oficial de Brasilândia.
Em 28 de fevereiro de 1964, por meio da Lei no 8092, Brasilândia foi elevada a 40o Subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão neste espaço. A Brasilândia é maior, em extensão e população, do que muitas cidades interioranas.
No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território brasilandiense. Entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jd. Itaberaba, etc. Várias famílias escreveram a história do bairro: Famílias Teresa Simões, Bonilha, Budin, Algante, Okada, Yamazaki, Ono, Rodrigues, Souza, Campos, Santos, Gomes, Cardoso, Antonio Cruz, Gatto, Caetano Pinto, Galdino, Pereira dos Santos, Fraga, Guilherme, Soares, Tille, Pita, "Chico Baiano", Compri, Conzales, Zolezzi, Linge, Barbosa, Pavão, Brugnera, Revite, Albano, Coiro e muitas outras.
Quaisquer outros dados que queira me enviar, agradeço muito.
Brasilândia: região noroeste do município de SP que surgiu na margem do rio Tietê, marcada pelos morros da Serra da Cantareira. Uma das regiões mais pobres, ou talvez a mais pobre, da cidade e da arquidiocese de São Paulo, e sendo situada geograficamente na margem tornou-se também sócio-politicamente marginalizada, até hoje. Daí a expressão: “Da Brasilândia pode vir alguma coisa boa?” Desde 1989, quando a região episcopal Brasilândia foi criada – o marco histórico de 20 anos de caminhada comemora-se também nestes dias – as comunidades de base e os agentes de pastoral consideravam esta “má fama” da região como um desafio evangelizador que valeria a ser revertido. Hoje são 39 paróquias e áreas pastorais que abrangem uma região com 950.000 habitantes.
29 de março de 2009: chegou a vez deste regional episcopal – uma “sub-diocese da arquidiocese de SP - celebrar a sua peregrinação à Catedral da Sé por ocasião do Ano Paulino 2008/2009. Às 10 horas deste 5º domingo da Quaresma reuniram-se mais ou menos 300 peregrinos no Largo do Clipper, situado no bairro Freguesia do Ó, dispostos a caminhar com muita fé e amor os 12 km até ao centro da metrópole passando pelas avenidas principais (não há alternativas). As bandeiras, faixas e camisas coloridas revelam a origem e a “identidade espiritual” dos participantes: os nomes dos padroeiros e padroeiras de suas comunidades e paróquias, sua pastoral, seu movimento religioso; tudo tem um “cheiro forte de CEBs”, mas também um grupo significativo de jovens da Comunidade Aliança da Misericórdia está presente. A imagem de Nossa Senhora Aparecida vai naturalmente à frente tornando-se a protetora e guia dos peregrinos.
Os padres Aécio, Neno e José Renato, o coordenador das CEBs e algumas cantoras prestam um belíssimo serviço de animação: cantando, rezando, refletindo alteram-se as músicas tão conhecidas das caminhadas e lutas da Igreja libertadora da América Latina, como “Virá um dia em que todos..., Sou caipira pira pora nossa, Senhora de Aparecida..., Quando o Espírito de Deus soprou..., Vem vamos embora, pois esperar não é saber..., Não posso respirar, não posso mais andar...”. Levanta-se os “gritos de guerra” como “a paz é fruto da justiça!”, “católico na comunidade – comprometido com a sociedade”! Reza-se o Pai Nosso, uma Ave Maria, a oração pela paz e reflete-se umas frases-chaves das cartas do Apóstolo Paulo. Fala-se da realidade dos bairros da Brasilândia onde há grandes precariedades nas áreas da saúde, educação, desemprego, transporte e segurança pública, cultura e lazer.
As pesquisas recentes comprovam estes “males sem fim”: em setembro de 2008 a DATAFOLHA da Folha de São Paulo publicou o DNA Paulistano no qual Brasilândia consta no último lugar (96º) em termos de qualidade de vida de todas as regiões pesquisadas no município de SP recebendo um índice de satisfação 4,1 (média de notas atribuídas pelos moradores), enquanto o melhor bairro de São Paulo, o Jardim Paulista, tem um índice de 7. Por outro lado, Brasilândia ocupa 5 vezes o “primeiro” lugar: em pior nota para o bairro, em pior nota para condição de moradia, para fornecimento de energia elétrica, para iluminação pública, para opções de atividade culturais. Enfim, este povo sente a problemática da Campanha da Fraternidade no dia-a-dia na sua pele: a injustiça causa desigualdade social e essa causa violência. Conseqüentemente, este “retrato do rosto vincado pelo sofrimento, crispado pelo medo, entristecido pelo abandono, mas que também é capaz de estampar um sorriso acolhedor e esperançoso”, como diz o site da região episcopal, refletia-se no jeito de celebrar a peregrinação paulina: não poderia ser de uma forma clássico-piedosa, mas sim com a “cara” deste povo: uma caminhada de fé e de vida, ambas alimentadas por uma única mística: o Deus libertador, encarnado em Jesus Cristo que caminha conosco como com os discípulos de Emaús e cuja presença torna-se perceptível na partilha das conversas e do pão.
Impressionante observar também a consciência ecológica destes cristãos comprometidos: naquela região já atua uma Pastoral Ecológica que por sinal promove um simpósio no mês de abril. E que gesto de esperança! Quando os peregrinos atravessam a ponte sobre o rio Tietê, todos estendem sua mão em direção às águas poluídas afirmando que um dia iremos beber água deste rio! A sinceridade e humildade deste povo de Deus fazem igualmente parte de seu caminhar: sabe que é santo, que constrói o Reino de Deus praticando o bem, mas também reconhece-se pecador, omisso, e por isso a peregrinação tem um caráter penitencial e reconciliador. Outro elemento da espiritualidade desta Igreja peregrina, libertadora, militante na América Latina é a memória de seus mártires: invoca-se seus nomes, agradece-se a Deus pelo seu profetismo, sente-se a presença deles e delas. Devido à comemoração recente dos seus 29 anos de martírio – uma comunidade na Brasilândia tem o seu nome – destaca-se a pessoa do pastor Dom Oscar Romero que marcou a frase: “Como cristão não acredito na morte, mas na ressurreição: Se me matam, ressuscitarei no povo salvadorenho!” De fato, seu sangue derramado fortalece a caminhada das CEBs, não só em El Salvador, mas também no Brasil.
Para quem vem de fora e já participou inúmeras vezes de caminhadas e procissões no religioso Nordeste do Brasil, uma passagem pela cidade de São Paulo é algo inédito, diferente, aventureiro! De repente, um pequeno grupo, escoltado de todo lado pela Polícia Militar, anda pelas vias e avenidas largas, recebendo preferência no transito agitado da cidade, também aos domingos. As pessoas nas ruas, nos prédios e nos bares olham de um jeito e de outro; passamos ao lado de centenas de moradores de rua, na frente de Igrejas evangélicas reunidas em culto. Por isso, Dom Odilo, arcebispo de SP, teve muita empatia e razão na pregação da Missa quando disse: “Vocês foram hoje um sinal profético para a cidade! ‘Aonde vão estes? Para o estádio? Não! São gente da Igreja!’ devem ter comentado quem viu vocês”.
Chegando ao centro da metrópole, uma cena significativa apresenta-se para quem tem olhos de enxergar: o grupo dos peregrinos torna-se uma “procissão de formigas” no meio dos prédios altos, símbolos do poder econômico, principalmente frente ao prédio mais alto que é do Banco do Santander... são os pequenos Davis de hoje que lutam contra os Golias modernos. A peregrinação de fé e vida não teria atingido todos os seus objetivos se os fiéis tivessem se dirigido em linha reta à Catedral da Sé. Não só a graça da indulgência é interessa neste dia, mas também uma parada frente à Prefeitura Municipal de SP, centro do poder político local. Este local torna-se o ponto de encontro com as demais caravanas de peregrinos vindas de ônibus, agora já são mais de 1.500 pessoas. Aqui a Igreja militante da Brasilândia quer gritar as suas reivindicações que surgem do povo marginalizado da periferia para que o Prefeito as ouça. Um jogo de cidadania é a questão de poder entrar no espaço físico frente ao prédio, cercado por grades e segurado pela Guarda Municipal. É área pública ou precisa-se de uma autorização especial? Seja como for, a situação fica tensa por alguns momentos. É nestas horas que se decide como praticar diante de uma violência simbólica uma atitude de paz. Enfim, Dom Simão, bispo auxiliar, entrega a um vereador da Câmara Municipal uma carta em nome do povo da Brasilândia, na qual se solicita uma maior atenção do poder executivo às necessidades da região e pede-se a retomada do diálogo anteriormente iniciado entre o Prefeito Kassab e a Igreja Católica.
Com passo alegre e animado, a multidão dos peregrinos percorre o trecho curto até a Catedral da Sé, que ficou bem lotada. O hino da CF cantado por uma assembléia vibrante abre solenemente a celebração eucarística. Na sua homilia, Dom Odilo incentiva a todos a apoiar sua fé no testemunho fidedigno dos apóstolos, especialmente de São Paulo a quem nossas comunidades cristãs acompanham e as quais ele acompanha pelos seus escritos lidos nas liturgias; convidou a uma participação criativa da Semana Santa, principalmente do Tríduo Pascoal; e convoca as comunidades a se tornarem mais missionárias, como Felipe e André (Jo 12,20-22) que intermediaram um encontro com Jesus para os gregos desejosos. Uma colorida e longa procissão dos representantes das comissões pastorais da região conduzindo suas faixas, bandeiras e símbolos revelam toda a riqueza e diversidade de vida desta Igreja.
Sim, da Brasilândia vem coisa bonita e boa, “ecoa um grito por libertação que se transforma em salvação”! Dizem que é a Igreja, dentro de SP, com a maior consciência sócio-política (e ambiental!). A peregrinação paulina não deixa dúvidas nisso! O segredo místico dessas transformações dentro de 20 anos explica-se no site do Regional Episcopal: “A palavra de convocação foi “mutirão” e não podia ser outra, já que estávamos começando do zero. Trabalhar em mutirão foi para nós uma mística e compromisso com muitas assembléias regionais envolvendo todas as forças da região”. Trabalhar em mutirão é expressão visível do amor; por isso: é o amor que tudo alcança!
Brasilândia é um distrito situado na zona noroeste do município de São Paulo, com superfície aproximada de 21 km². Segundo o censo de 2000, contava com 220.094 habitantes, dos quais 7.610 em áreas ainda consideradas rurais.
Recordando um pouco de sua história, percebemos que a questão habitacional, passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos".
Apesar dos Cortiços existirem em grande número nas zonas centrais ou consolidadas, é justamente nas áreas mais problemáticas, recém integradas ao perímetro urbano do município, que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos apenas preocupando-se com a beleza do centro da cidade executaram ao longo da história vários processos de higienização, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, onde os imóveis que resistiam à demolição tinham seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essas famílias, que fugindo dos altos aluguéis, passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947. A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, começava à altura do número 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã, pertencia à Família Siqueira.
Com o intenso processo de urbanização na cidade a partir dos anos 40, a região Brasilândia também sofre grandes modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, entre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Na década de 60 ocorreu um grande fluxo de migrantes e imigrantes em direção à periferia do município de São Paulo, e em decorrência disto a Brasilândia - localizado na região noroeste da cidade de São Paulo e permeado pela serra da Cantareira - se tornou um dos bairros mais adensados da cidade, confundindo loteamentos com ocupações desorganizadas.
Em fevereiro de 1964, através da lei 8092, a Brasilândia foi elevada a 40º subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão nesse espaço. No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território, entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jardim Itaberaba, entre outros, hoje praticamente todas são ocupações ou loteamentos irregulares ou clandestinos, avançando em sentido à Serra da Cantareira.
A partir de 1980, explode de forma caótica o processo de urbanização na região com uma série de ocupações, na sua grande maioria realizadas pela própria população, sem a participação ou sem presença do Poder Público.
Resultado, hoje a Brasilândia é um dos bairros com maior número de favelas e loteamentos irregulares da cidade de São Paulo.
O Conjunto CDHU Brasilândia
No final da década de 80, uma gleba de aproximadamente 600.000,00 m2 hoje denominada de CDHU-Brasilândia, foi desapropriada pela Companhia Estadual de Habitação, dando início a um processo de construção de apartamentos residenciais para famílias de baixa renda e atender as demandas da região.
No ano de 1992, a União dos Movimentos de Moradia-UMM, através do Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste, assinou o primeiro contrato na gleba da Brasilândia para construir o primeiro conjunto habitacional em regime de mutirão com autogestão. Este conjunto chamava-se Garras e Lutas (B4), consistindo na construção de 160 unidades habitacionais para as famílias Sem Teto.
Entre os anos 1994 e 1998, foram construídos na mesma modalidade de mutirão, outros sete conjuntos habitacionais sob a gestão da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo :
Residencial Bela Morada (B6): 128 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Novo Horizonte (B14): 64 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 1 (B11): 112 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 2 (B16): 56 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Brasilândia 2 (B19): 40 Unidades habitacionais / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Associação Vila Albertina (B13): 64 Unidades habitacionais / Associação Vila Albertina;
Conquista Popular (B7): 160 Unidades habitacionais / Movimento Sem Terra da Zona Norte;
Atualmente encontram-se em obras os seguintes empreendimentos:
Residencial Novo Milênio (B15): 120 Unidades habitacionais UH / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Residencial Vitória (B21): 128 Unidades habitacionais UH / Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste;
Durante a construção dos primeiros prédios na gleba, iniciaram-se ainda que de forma isolada, as primeiras ocupações no entorno dos conjuntos. As ocupações eram pontuais, sem qualquer atenção ou mediação da CDHU. Porém; durante a ampliação da construção de novos Conjuntos, entre os anos de 1997-1998, as ocupações explodiram.
A diretoria da CDHU acreditava, que a qualquer momento poderia despejar todos ocupantes ao final das obras, no entanto, perdeu o controle da situação e abandonou a área do jeito em que esta se encontrava..
Assim, o processo de ocupação se intensificou por toda a gleba com uma enorme favela denominada: Favela do Conjunto Habitacional CDHU Brasilândia, que ocupa as divisas dos conjuntos, beira dos córregos, morros e áreas verdes e áreas institucionais, reservadas para os equipamentos públicos, evidenciando a incapacidade do Estado, de responder as necessidades mais básicas da população e ainda dirimir seus conflitos.
Além dos conflitos permanentes entre os moradores dos Conjuntos e os moradores da Favela, temos como uma das mais graves conseqüências desta ocupação desorganizada a falta de serviços públicos de qualidade para a população local.
Defendemos que nos projetos de urbanização em áreas de grande adensamento como a Brasilândia, os equipamentos públicos devem ser prioridade e a população deve ser envolvida para discutir a utilização de cada espaço, de modo a combinar melhoria na condição de moradia com acesso a equipamentos de qualidade.
A Luta Contra a reintegração de Posse da Favela do CDHU Brasilândia e Conquista da Urbanização
Em 2004, a CDHU através de seu departamento jurídico iniciou uma ação de reintegração de posse contra os ocupantes da gleba da Brasilândia. No mesmo ano o Juiz da Vara Lapa na Capital, concedeu a liminar a favor do Governo para reintegração de mais 2000 unidades. No entanto, a Companhia não conseguiu realizar o despejo conforme determinado pelo Juiz, o que levou a queda liminar. A CDHU recorreu Junto ao Tribunal de Justiça que restituiu a liminar. Baseado nesta decisão a reintegração de posse das famílias ficou marcada para o dia 15 de outubro de 2007.
Cientes da medida liminar de reintegração de posse, as duas Comissões de Moradores da Favela e o Movimento de Moradia da Zona Oeste e Noroeste, Associação de Moradores do Jardim Paulistano, iniciaram um processo de mobilização local para organizar as famílias, uma articulação com diversas organizações de Defesa do Direito à Moradia para denunciar tal situação e ainda, uma forte pressão junto ao Poder Público Estadual e Federal para buscar uma solução negociada para evitar a reintegração de posse.
O Movimento participou com centenas de moradores da I Jornada e Pré-jornada da Moradia Digna em fevereiro de 2007, buscando apoio para esta grave situação, junto à Defensoria Pública do Estado de São Paulo e de Seu Núcleo de Habitação e Urbanismo, que desde então, vem defendendo os Moradores, propondo uma ação Civil Pública para que O Direito à Moradia de todos e todas, seja integralmente garantido.
Foi realizado pelas Entidades um trabalho para unificar os moradores da ocupação em torno da construção das seguintes propostas:
Evitar a reintegração de posse;
Todos devem ter garantidas as suas moradias;
Urbanizar e regularizar a área;
Qualidade de vida com novos equipamentos públicos na região
A primeira fase do trabalho foi visitar e cadastrar as 2000 famílias, totalizando 8000 pessoas. Em seguida fazer uma série de reuniões com os moradores e com os órgãos públicos para tentar suspender a reintegração e garantir as famílias no processo de urbanização.
Nesta fase, além do apoio jurídico foi convidada uma equipe de Arquitetos da Universidade Barcelona, para dar apoio e orientação técnica aos moradores.
A CDHU tinha como proposta inicial, remover todos os moradores da área. Mas com a pressão do Movimento, o Estado recuou, assumindo que o despejo deveria atingir apenas a área verde do Conjunto, onde cerca de 500 moradores ocupam parte de uma área de proteção ambiental.
Depois desta irreversível decisão da Companhia Estadual, o Movimento passou a pressionar o Ministério das Cidades, para que a Secretaria Nacional de Habitação intermediasse e ajudasse na solução do problema
Assim, depois de muita mobilização do Movimento e diversas reuniões no Ministério das Cidades, a Secretaria Nacional de Habitação assumiu o compromisso de destinar recursos para atender as 500 famílias da área verde, levando a CDHU a suspender a reintegração de posse.
Assim, os moradores conquistaram uma grande vitória: a área será urbanizada pela CDHU, os ocupantes das áreas de risco e as 500 famílias da área verde serão incluídos num programa de bolsa aluguel, enquanto esperam a construção de suas novas moradias. A primeira parte dos recursos para atender os moradores da área verde virá do Fundo Nacional de Moradia de Interesse Social - FNHIS.
Finalmente, queremos dizer que esta experiência de luta na Região da Brasilândia na cidade de São Paulo se soma a milhares de outras lutas que ocorrem nas periferias das grandes Cidades brasileiras, é uma luta por cidades mais justas, em defesa de direitos básicos, como: saneamento básico, habitação digna e transporte acessível e de qualidade, é uma luta pela reforma urbana.
Mais uma vez muito obrigado
São Paulo Junho 2011
edição : Manuel
Assoc. dos moradores da zona norte
A história de Vila Brasilândia confunde-se com a história de amor vivida pelo casal Brasilio e Tereza Simões. O território brasilandiense originou-se através de vários loteamentos. Brasilândia é o produto do desmembramento de inúmeros sítios e chácaras existentes nas primeiras décadas deste século. Em um destes sítios viveu o Sr. Brasilio Simões, cultivador de cana-de-açúcar e fabricante da Caninha do Ó, conhecida aguardente da época.
A Rua Parapuã, na época uma estreita trilha, iniciava-se à altura do 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba. Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã pertencia à Família Siqueira.
Com o desenvolvimento do país, do estado e da cidade, Brasilândia também sofreu modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, dentre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Recordando um pouco da história, lembramos que a questão habitacional passa pela problemática dos cortiços, que já era um grande desafio para os governantes desde 1896, quando foi elaborado o código de Posturas do Município de São Paulo, com um capítulo intitulado "Cortiços, casas de operários e cubículos". Interessa esclarecer que, pelo fato de as construções de cortiços serem vedadas nas zonas centrais ou comerciais, é justamente nas áreas mais problemáticas e recém integradas ao perímetro urbano do município que eles se disseminaram.
Os governos paulistanos, preocupando-se com a beleza e o saneamento no centro da cidade, executaram reformas urbanas, como a do início de 1910, que, alargando as ruas e derrubando os cortiços, promoveram um verdadeiro êxodo dos proletários em direção à periferia, pois os imóveis que resistem à demolição têm seus aluguéis aumentados em até 200%.
E são exatamente essa famílias, fugindo dos altos aluguéis, que passam a adquirir lotes residenciais na iniciante Brasilândia. Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Como essas pessoas já se conheciam anteriormente, a Brasilândia, em seu início, era como uma grande família e todos viviam em comunhão. A grande maioria das casas foram construídas pelos próprios moradores, em mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais e, assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder, foi registrado em 24 de janeiro de 1947. Esta data foi estabelecida através de levantamento realizado pelo Jornalista Célio Pires de Araujo, junto ao Registro de Imóveis. Por iniciativa do Vereador José Viviani Ferraz, visando atender solicitação feita pelo morador Zezinho Rodrigues, elaborou-se Projeto de Lei número 11.342, de 10 de novembro de 1992, relativo à data. O então prefeito Paulo Maluf decretou a data como sendo "O Dia da Brasilândia", a ser comemorado todos os anos. Assim sendo, o dia 24 de Janeiro ficou sendo o Dia Oficial de Brasilândia.
Em 28 de fevereiro de 1964, por meio da Lei no 8092, Brasilândia foi elevada a 40o Subdistrito da Capital, delimitando-se com Freguesia do Ó, Pirituba e Perus, englobando as vilas que estão neste espaço. A Brasilândia é maior, em extensão e população, do que muitas cidades interioranas.
No início, pequenas chácaras e pequenas vilas formavam o território brasilandiense. Entre elas: Vila Nina, Vila Áurea, Vila dos Portugueses, Vila Serralheiro, Jd. Itaberaba, etc. Várias famílias escreveram a história do bairro: Famílias Teresa Simões, Bonilha, Budin, Algante, Okada, Yamazaki, Ono, Rodrigues, Souza, Campos, Santos, Gomes, Cardoso, Antonio Cruz, Gatto, Caetano Pinto, Galdino, Pereira dos Santos, Fraga, Guilherme, Soares, Tille, Pita, "Chico Baiano", Compri, Conzales, Zolezzi, Linge, Barbosa, Pavão, Brugnera, Revite, Albano, Coiro e muitas outras.
01:48, 19-Oct-2010

Site Oficial
http://escolafutebolvirandoojogo.webnode.com.br/

Nome: Kaique Oliveira Santos
Idade: 02/12/1997
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Atacante
Nome: Ronnyel Paulo da Silva
Idade: 12/05/1997
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Lateral direito
Nome: Lucas Rocha de Lima
Idade: 06/07/1997
Naturalidade: Itororó-BA
Posição: Zagueiro
Nome: Gilson de Castro Silva Junior
Idade: 19/06/1997
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Atacante
Nome: Renan Maciel de Almeida
Idade: 04/02/1997
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Volante
Nome: Iago Cardoso Vieira
Idade: 15/02/1998
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Goleiro
Nome: Mauricio Silva Lopes
Idade: 25/04/1997
Naturalidade: São Paulo
Posição: Goleiro
Nome: Felipe David da Silva
Idade: 08/04/1998
Naturalidade: São Paulo-SP
Posição: Lateral esquerdo

Da direita para a esquerda: Maclauber (atleta sub 15),Cristiano Rêgo(coordenador e técnico),Dep.Celino Cardoso(colaborador da liga),Manoel Messias (Diretor da E.F. Virando o jogo),Renato e Leunam (atletas sub 11)Daniel(atleta sub 15).Todos no congresso técnico da Copa Lidesp 2010.
02:19, 31-Dec-2009
Conselheiros tomam posse no CADES Freguesia/Brasilândia
Os candidatos eleitos em pleito realizado em outubro tomaram posse na última quarta-feira
Membros do CADES Freguesia/Brasilândia eleitos em outubro tomam posse
Membros do CADES Freguesia/Brasilândia eleitos em outubro tomam posse
O Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia está pronto para iniciar os trabalhos. Os conselheiros titulares eleitos tomaram posse na última quarta feira no auditório da Subprefeitura.
Na cerimônia estavam presentes representantes da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e o presidente do Conselho, o Subprefeito Marcelo Bruni. Foram entregues os certificados e a data da próxima reunião está definida: será dia 20 de janeiro as 17h00 no mesmo local. Neste encontro os representantes do poder público tomarão posse assim como os suplentes.
Na primeira reunião também será registrado o regimento interno que definirá o funcionamento do conselho. Vale lembrar que Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz é integrado por dezesseis membros, sendo 8 do Poder Público Municipal e 8 da Sociedade Civil.
00:19, 31-Dec-2009
FESTA DAS CRIANÇAS 2009
Dia 12 de outubro deste haverá festa das crianças a qual fazemos todos os anos e este ano queremos repetir, é por este motivo precisamos de apoio pedimos a quem se interessar em ajudá-lo doando qualquer brinquedo, doces e salgados, esta ajudando na realização deste evento pedimos que entre em contato conosco, Tel. (11) 3924-7348 – 9413-1453 E-mail. Manuelfcosta_123@hotmail.com
Associação dos moradores da zona norte e Adjacência
E convidamos todos a participar do evento
Local jd. Damasceno 12/10/09 Pela manha evento com as crianças após as 14 hs apresentação de grupos musical regional ao vivo.
Veja fotos da festa do ano de 2008

Fotos da Festa de 2009



A festa das crianças de 2009 foi mais uma das qual realizamos os sonhos de muiras crianças ao todos tinha aproximadamente 3 mil pessoas, foi distribuido muitos brinquedos, doces e salgados e sorteios de brindes, foi maravilhosa esperamos que em 2010 poderemos realizar mais um evento a qual – se repete anualmente .Agradecemos a presença de todos que compareceram pias e crianças que acreditam nos nossos esfoço para que este evento aconteça.
recebi este mês uma doação de alimentos repassei as famílias carentes, total 40 Cestas Básicas, 350 kg de Feijão e 470 kg de Farinha.
Sempre faço eventos estou sempre em contato com os moradores faço e participo de reuniões, este e um trabalho a qual matemos contato com a comunidade pq não podemos perder – La é deles que precisamos no amanha.
Agradecimentos : Manuel
Presidente
Associação dos moradores da zona norte e Adjacência.
MANUEL MESSIAS
Conselheiro Regional do CADES Freguesia do Ó/ brasilandia
Conselheiro Regional CADES Macro Norte I..
Fones: (11) 3924-7348 e 9413-1453.
01:24, 21-Oct-2009
CADES Freguesia/Brasilândia é eleito
19/10/2009 - Freguesia do Ó
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Eleitores se cadastram para a votação do CADES
(Foto: Luís Veloso)
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Cerca de duzentas pessoas compareceram neste domingo, dia 18, na Casa de Cultura Salvador Ligabue, para eleger os oito membros da sociedade civil, que formarão o Conselho de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Cultura de Paz (CADES) Freguesia/Brasilândia.
A abertura foi realizada pelo Subprefeito Marcelo Bruni e Helena Maria Magoso, representando o Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente Eduardo Jorge. Em seguida foi lido o regimento da eleição e não houve manifestação dos presentes para nenhuma alteração. As urnas foram liberadas para a votação as 09h15.
Os candidatos eleitos foram: Paulo Roberto Tavares, Eneas Rachid de Góes,
Manoel Messias F. da Costa, Natanael Rodrigues da Silva, Quintino José Viana, Eugenio Luís Finese, Cristiane Elisabeth P. dos Santos e George Ferreira dos Santos.
Agora o resultado da eleição será publicado em Diário Oficial e os representantes do poder público serão indicados para fazer parte do Conselho. Em seguida, todos serão convocados para tomar posse e iniciar os trabalhos em busca de propostas para o Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz.
O CADES é um órgão consultivo e deliberativo que integra sociedade civil e poder público na busca de ações e atividades visando entre outras atribuições, receber propostas e denúncias a serem encaminhadas dentro de questões relacionadas à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente.
02:05, 17-Oct-2009
ELEIÇÃO DO CADES
MACRO REGIONAL FREGUESIA DO Ó BRASILANDIA.
VOTE – n.01- ( MANUEL),
CANDIDATO DO JD. DAMASCENO.
A ELEIÇÃO SERA REALIZADA DIA 18 DE
OUTUBRO DOMINGO DAS 09 AS 15 HS.
NA CASA DE CULTURA SALVADOR LIGABUE LARGO DA MATRIZ nº 215.
NESTE DIA HAVERÁ EVENTOS NO DECORRER DO DIA GRATUITAMENTE COMPAREÇAM NÃO ESQUEÇAM
VOTE NA CHAPA 01
OBS, LEVE DOCUMENTO DE INDETIFICAÇAO E COMPROVANTE DE ENDEREÇO
COOPERE COM O MEIO AMBIENTE NÃO JOGUE ESSE FOLHETO NA RUA. Etc...
02:05, 29-Sep-2009
O presidente Lula com

outros líderes do G20, nesta sexta (25), em Pittsburgh (Foto: Ricardo
Stuckert/Presidência)O presidente Barack Obama, que nesta sexta-feira denunciou a política nuclear do Irã, concordou com seu colega Luiz Inácio Lula da Silva que não se pode isolar
esse país.
Obama e Lula abordaram a questão um breve encontro antes da sessão matinal
da cúpula do G20 em Pittsburgh, disse o embaixador brasileiro em Washington,
Antonio de Aguiar Patriota.
Obama comunicou a Lula sua preocupação quanto à construção de uma nova
usina de enriquecimento de urânio na república islâmica, mas "concordou com o presidente Lula que não é produtivo isolar o Irã", indicou Patriota.
O presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad deve visitar o Brasil em novembro e Obama comentou que "parece bom que o Brasil dialogue com o Irã", segundo o
diplomata brasileiro, falando à imprensa
assessor de Lula para assuntos externos, Marco Aurélio Garcia, afirmou, por
sua vez, que se as denúncias se revelarem certas, o Brasil condenará o Irã, mas
mesmo assim não vai "se unir àqueles que querem encurralar o Irã". "Já sabemos o que resulta da política de encurralamento: resulta o Paquistão ou
a Coreia do Norte", dois países que têm armas nucleares.
Defesa
Mais cedo, em Nova York, o presidente disse a jornalistas que defende para o Irã o mesmo que defende para o Brasil nos que diz respeito à energia nuclear"Como eu acho que o Brasil tem que utilizar a tecnologia da energia nuclear para fins pacíficos, é o mesmo que eu desejo para o Irã, que ele possa ter os mesmos direitos que tem o Brasil e que tem outros países que trabalham a questão nuclear para fins pacíficos", disse antes de embarcar para Pittsburgh. Segundo Lula, não existem provas de que o país governado por Mahmoud Ahmadinejad desenvolva urâneo para a construção de armas nucleares. "Eu penso que até agora, até agora, não há nada que diga que o Irã queira fugir aos princípios da utilização pacífica" afirmou. Questionado sobre as suspeitas de fraude na eleição presidencial iraniana, que reelegeu Ahmadinejad, Lula disse que não pode ter a "pretensão" de julgar, como presidente do Brasil, um acontecimento que ocorreu a quilômetros de distância. "Ora, que direito tenho eu, como presidente do Brasil, ou qualquer outro presidente, de questionar o resultado eleitoral do Irã? Seria petulância demais ficar, do Brasil, a 12 mil quilômetros de distância julgando uma eleição do Irã" afirmou o presidente
02:24, 26-Sep-2009
substituir ‘sucatinha’
Aeronave fabricada pela Embraer será usada em viagens presidenciais.
Novo avião reserva da Presidência tem capacidade para 54 pessoas.
O governo apresentou nesta sexta-feira (25) o jato Embraer 190 que vai substituir um dos aviões reservas da Presidência da República, que estava em uso desde 1976. A aeronave custou R$ 87 milhões e já foi paga.

Cabine do piloto do modelo Embraer 190, novo jato da Presidência da República, apresentado nesta sexta-feira (Foto: Johnson Barros)
O jato está equipado com equipamentos de segurança e informação que permitem ao presidente falar ao telefone e acessar a web. O Embraer 190 é utilizado principalmente na aviação comercial e sofreu várias adaptações em sua configuração usual para atender às especificações da Força Aérea Brasileira (FAB). O modelo tradicional do jato atende até 114 passageiros.
Até o final do ano, o governo pretende substituir o outro avião reserva da Presidência por mais um jato da Embraer. Ao todo, o governo vai pagar R$ 211 milhões para a empresa pelos dois aviões, considerando os adicionais de logística e manutenção previstos no contrato.
O novo avião tem autonomia para voar para todos os países da América do Sul, partindo de Brasília, sem paradas para abastecimento. Na semana que vem ele já fará sua estreia. A aeronave vai até Lisboa, em Portugal, e depois para Copenhage, na Dinamarca, e a partir de lá levará o presidente a outros países da Europa.
'Sucatinha'
A antiga aeronave usada pela Presidência, apelidada de “sucatinha” por conta do ano em que foi fabricado e dos vários problemas técnicos que apresentou, será licitada, segundo o governo. Segundo a FAB, apesar de o "sucatinha" cumprir suas missões, sua manutenção começou a ficar muito cara, já que o modelo comercial saiu de linha.
Um dos problemas apontados pela Aeronáutica é o fato de os ruidosos turbojatos dos Boeing 737-200 sofrerem restrições de horários para operações e até mesmo proibição de pouso e decolagem em alguns aeroportos da América do Norte e da Europa.
02:03, 26-Sep-2009
JARDIM DAMASCENO
Este e o cartão postal do bairro.
Crianças ficam sozinhas em casa para as mães trabalharem? Nada muda. Cadê as escolas de ensino fundamental em período integral.conforme foi o prometido na campanha eleitoral 2008, falta projetos social, esporte , lazer e cultura, ou seja falta tudo na periferia da brasilandia todos projetos são voltados aos bairros que já tem de tudo exemplo, freguesia do Ò, cachoeirinha, e outros, são aplicado nos bairros mais destacados pela mídia porque na periferia não vemos a visita de um parlamentar só em época de campanha que eles aparecem, caros amigos eleitores já esta na hora de todos nós fazermos um análise e saber em quem realmente merece o nosso voto tem vereadores e deputados atuante já a muito tempo na nossa região e nada fazem pela nossa região exemplo, do jd. Damasceno que já existe a mais de 40 anos e não tem se quer um posto de saúde, tem em media 16.000.00 mil moradores e só tem uma Escola Estadual, o jd. Paulistano que e um bairro recém formado já tem céu paz, Fatec, o jd. Paraná que e outro bairro bem mais recém formado e já tem um céu paz, pergunto aos nossos representantes na câmera dos vereadores e câmera legislativa vocês tem algum problema em indicar projeto para o Jd.Damasceno, ou e rincha com os eleitores, saibam que este bairro e tantos outros da brasilándia, pertence á cidade de são Paulo e a (2) duas subprefeitura digam para onde ta indo as verbas e os projetos indicados por vocês parlamentares – se é que tem algum projeto, saibam que 2010 esta chegando e vai ser a hora de darmos o troco como podemos novamente da um voto de confiança a quem não fez nada pela nossa comunidade e região, cadê as reformas e saneamento básico, os bairros da periferia e coisa do outro mundo são todos sujos escadas e vielas,terrenos vazios cheio de entulho a muitas sujeiras nas escadas do jd. Damasceno sei e entendo - se este e outros bairro fosse um bairro visitado por pessoas de nome exemplo, artistas, parlamentares, e outros acredito e não tenho duvida que seria visto com outros olhos pelos nossos representantes da administração publica, cadê as creches, escolas, projetos para adultos e crianças adolescentes e idosos, lembrem que antes eles prometia tudo isto e algo mais – se alguém esqueceu eu lembro que na campanha estes intens. Era carro chefe de campanha já – se passou um ano e nada foi feito e as promessas parece que esqueceram eu NÃO, é uma vergonha e tanta as associação fazem mais do que eles isto é porque não tem verbas e nem prometeu nada. Quem se importa? Fonte: Manuel.
Associação dos moradores da zona norte e Adj.
Manuelfcosta_123@hotmail.com Cel. 9413-1453
02:01, 26-Sep-2009
Projeto aprovado no Congresso segue agora para sanção de Lula. Para vigorar em 2010, tem de ser publicado
até o dia 3 de outubro.
Para valer na eleição de 2010, o projeto precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado no Diário Oficial da União até o dia
3 de outubro.
A primeira versão da reforma havia sido aprovada na Câmara em 8 de julho. Na noite de terça-feira (15/9), o Senado aprovou a reforma. Como houve modificações, o texto voltou para a Câmara, que, em um dia, votou a versão final do projeto, derrubando quase todas as modificações feitas pelo Senado.
Veja a seguir o que passa a valer se a lei for sancionada do modo como foi aprovada:
Liberdade na internet – O projeto aprovado estabelece a “livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato, durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores - internet -, assegurando o direito de resposta”. Antes da reforma eleitoral, a campanha na internet não tinha legislação específica. O texto, no entanto, determina que a internet siga as restrições de rádio e televisão para a realização de debates entre candidatos.
Blogs, sites e redes de relacionamento – O texto aprovado permite aos candidatos manter blogs, sites pessoais e páginas em redes de relacionamento, como o Orkut ou Facebook, durante o período eleitoral.
Mensagens eletrônicas – O texto permite a candidatos usar “outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica” durante a campanha eleitoral. Nesse caso podem ser enquadradas as mensagens enviadas por celulares (torpedos).
Doações – Fica permitida uma inovação no sistema de arrecadação das campanhas, semelhante ao que já ocorre em outros países, como os Estados Unidos. O eleitor poderá fazer doações aos candidatos ou aos partidos por meio de cartão de crédito, pela internet.
Debates – Antes, as emissoras de rádio e televisão eram obrigadas a convidar todos os candidatos e precisava acertar as regras dos debates com todos eles. Com o projeto, a obrigação do convite persiste, mas o debate poderá ser realizado com as regras sendo aceitas por 2/3 dos candidatos, o que permite a realização de debates sem a presença de todos os concorrentes. Neste caso, a web ficou sujeita às mesmas regras de rádio e televisão. (Na versão anterior desta matéria não havia a informação sobre a obrigatoriedade de convite a todos os candidatos.)
Programas sociais – As entidades de assistência social vinculadas a candidatos não poderão criar ou ampliar programas em plano eleitoral. Candidatos a cargos do Executivo continuam proibidos de participar de inaugurações de obras públicas nos três meses anteriores à eleição.
Impressão de votos – Uma parcela dos votos, para efeito de amostra, será impressa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cada eleição. Os votos impressos mantêm o anonimato do eleitor e poderão ser usados para determinar uma eventual recontagem.
Voto em trânsito – Pelo texto aprovado, o eleitor poderá votar caso não esteja em seu domicílio eleitoral. A medida, entretanto, vale apenas para votos em candidatos à Presidência da República. O sistema é adotado em outros países. Como os EUA, onde é possível votar até pelo correio.
(Esses dois últimos itens - impressão de votos e voto em trânsito - já estavam previstos no texto originalmente aprovado pelos deputados em julho, mas foram derrubados pelos senadores. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados cancelaram as modificações feitas pelo Senado e fizeram valer a versão original.)
O que caiu do texto
A Câmara derrubou 60 das 64 emendas aprovadas pelo Senado na quarta-feira. Veja os principais tópicos que ficaram de fora do texto aprovado pela Câmara.
Eleição direta em cassações – O Senado havia aprovado a realização de eleições diretas sempre que fossem cassados mandatos de governadores e prefeitos, independentemente do tempo decorrido do mandato.
Reputação ilibada – A redação do Senado previa que os candidatos deveriam ter “reputação ilibada”. O texto, porém, não deixava claros os critérios para definir o termo.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16), no final da noite, o projeto de reforma eleitoral que deve valer para as eleições de 2010. Pelo texto aprovado, a internet fica liberada para a campanha eleitoral, mas com restrição à realização de debates - que passam a seguir as mesmas regras aprovadas para rádio e TV.
02:12, 24-Sep-2009
Freguesia/ Brasilândia abre inscrições para o Conselho do Meio Ambiente
23/09/2009 - Freguesia do Ó
A Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia já está recebendo as inscrições dos candidatos para a eleição dos conselheiros que farão parte de seu Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades).
Os candidatos devem apresentar documento com foto, carta de intenção e comprovante de residência ou trabalho em um dos dois distritos que compõem a área sob jurisdição da subprefeitura. Qualquer cidadão maior de 18 anos, munido de documentos, poderá votar, desde que comprove também que mora ou trabalha na região.
As eleições serão realizadas dia 18 de outubro das 9h às 15h, na Casa de Cultura Salvador Ligabue – Largo da Matriz nº 215. As inscrições estão sendo recebidas no gabinete da Subprefeitura. O edital foi publicado no Diário Oficial do último dia 22.
Cades
Conforme a Lei nº 14.887/09, o Conselho de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Cultura de Paz (Cades) tem o objetivo de fazer com que as administrações municipais integrem o conselho, junto à sociedade civil e ao terceiro setor, e realizem ações voltadas ao desenvolvimento sustentável de cada região em que estão instalados.
Inspirada no art. 225 da Constituição Federal, segundo o qual "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações", o Cades visa, entre outras atribuições, a receber propostas e denúncias a ser encaminhadas sobre questões relacionadas à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente natural, construído e do trabalho.
Assessoria de Imprensa
Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia
Tel: 3981-5006
02:54, 23-Sep-2009
NO JD.DAMASCENO, AREAS PÚBLICAS
Exmo. Senhor Milton Roberto Persoli
Subprefeito do Município de São Paulo Regional Freguesia do Ò Brasilandia
Senhor Subprefeito, Os abaixo-assinados, a seguir identificados, vêm à presença de V.Exa. expor e solicitar o que segue: Limpeza e retirada de entulhos nos escadão que ao total são 11 os mesmos da acesso a todos moradores e alunos que pelo os mesmos circulam,Os escadão estão todos com muita sujeiras e entulhos ( exemplo ) garrafas, madeiras , sacos plásticos,E restos de lixos, Precisa urgente de uma limpeza e conservação, ate mesmo por ser vias publicas onde circulam todos os moradores locais , Por favor marcar data para execução da limpeza São Paulo
Manuel
Associação de mães do Jardim Damasceno ·
Associação.dos moradores da zona norte e Adjacência
02:51, 23-Sep-2009
O LIXO
Os dia de coletas de lixo são nos dias terça quinta e sábado
Os moradores as veses não Poe o lixo pra fora de casa nos dias certo e jogam nas vias publicas ai vem os cachorros rasga os sacos de lixo e acaba se espalhando na rua
Alem das coletas e limpezas por conta da prefeitura, os próprios moradores têm que se educarem e limpar as suas próprias sujeiras.
No bairro são ao todos 12 escadoés a céu aberto onde os moradores joga lixos nas ruas e vielas, cachorro mortos, madeiras, pneus velhos, material de construção e tudo o que não presta jogam nas vielas e escadas, os esgotos são encanados nestas vielas deixando mal cheiros,
Trazendo ratos, baratas, doenças:
Obs. estes acessos são onde moradores e estudantes circulam diariamente todos os dias para o colégio e trabalho
Não só a prefeitura como os moradores tem que se conscientizar e cuidar da aparência do bairro onde mora, a prefeitura tem que por uma lei e multar quem jogar lixo nas vias publicas.
02:47, 23-Sep-2009
SOLICITAÇÃO DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO DA CACHOEIRA JD.PAULISTANO JD.DAMASCENO AREA PÚBLICAS
Exmo. Senhor Subprefeito,
Subprefeito do Município de São Paulo Regional Freguesia do Ò Brasilandia
( Associação dos moradores da zona norte e Adjacência ) Os abaixo-assinados, a seguir identificados, vêm à presença de V.Exa. expor e solicitar o que segue: Caminhão. Sacos pretos de 100 Litros diversos, Luvas diversas, Botas, Carrinho de mão, Lanches para as pessoas que vai fazer a limpeza,
A Cachoeira pública (Cachoeira do Jd.paulistano, Jd.Damasceno) encontram-se praticamente destruída e abandonada e transformada em lixo que os moradores do Jd.Paulistanos usam como entulho para jogar os lixos sofá garrafas etc. em ver de por o lixo na rua para o Caminhão do lixo levar jogam na Cachoeira os mesmos fazem da Cachoeira ponto de entulho, fatos estes que impedem a Cachoeira limpa. Venho por meio deste:convidar -lhe e solicitar os materiais acima citado para executar a Operação limpeza da cachoeira. Data dia 09/08/2008As 09:hsAv.Dep.Cantidio Sampaio n.4342Em frente ao (Açougue FEMAR) Gratos : Manuel
02:05, 23-Sep-2009

28 de agosto de 2009 – A melhoria do atendimento educacional para crianças com necessidades especiais, soluções para o estrangulamento do sistema viário local e o cuidado com os córregos e a falta de emprego que colabora para o aumento do índice de marginalidade foram as principais demandas apresentadas pela comunidade da Subprefeitura Freguesia do Ó-Brasilândia durante a audiência pública da revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE), no CEU Paz, na noite de 28 de agosto.
Os moradores colocaram suas sugestões durante o debate do PDE, perguntas que foram respondidas pelo revisor do PDE, vereador José Police Neto. Leia no post anterior, neste blog.
Na avaliação do relator Police Neto, a falta de escolas especiais na região é uma questão que serve como orientação para estudar o Plano Municipal de Educação que está sendo discutido neste momento.
A comunidade luta
“Independente desses prazos que agente ouve 2016, 2025, a comunidade devem entrar em contato conosco e informar as suas necessidades, nos tentaremos resolver e o que não for de nossa alçada, levaremos para o executivo fazer”, afirma o subprefeito local Marcelo Bruni.
Na avaliação do vereador Cláudio Fonseca (PPS), a região precisa de muitos investimentos. “Todos ficam presos por horas nesse trajeto (da Av. Cantídio Sampaio). É necessário fazer a duplicação, no entanto, nós não desconsideramos que isso tenha um impacto brutal na região, pois quando você duplica você tem que tirar pessoas, de determinado lugar e colocado em outro lugar. Essa é uma cidade que tem traços de egoísmo marcante. Vamos para algumas regiões ricas da cidade e as pessoas lá reclamam como se não tivessem nada. Seria bom se eles andassem pelos bairros de periferia da cidade e olhar o que realmente é problema”, afirma Fonseca. “Essa região possui a maior taxa de desemprego entre os jovens, não se tem escolas técnicas profissionalizantes ou poucas vagas nas creches. Então essa região precisa de inúmeros investimentos e de uma boa política pública”.

fotos: Alessandra Oliveira
Participaram do debate do PDE: o Subprefeito da Freguesia do Ó, Marcelo Bruni; a Secretaria de Desenvolvimento Urbano Maria Stella Cardeal de Oliveira; os vereadores, Cláudio Fonseca (PPS), Cláudio Prado (PDT) e Eliseu Gabriel (PSB), além dos vereadores Carlos Apolinário (DEM) e José Police Neto (PSDB).
Reportagem: Alessandra Oliveira.
Edição: Alexandra Penhalver
Comunidade da subprefeitura Freguesia do Ó-Brasilândia traz suas demandas

São Paulo, 28 de agosto de 2009 – Perguntas e respostas da audiência pública da revisão do PDE realizada na região da subprefeitura da Freguesia do Ó-Brasilândia. Durante a audiência pública cidadãos colocaram suas opiniões e questionamentos que foram respondidas pelo relator da revisão do PDE, vereador José Police Neto. Leia os principais trechos:
Neci Quitéria - Eu só quero pedir um grande favor, pois aqui é bom no Jd. Paraná, só que esta faltando escola especial para as crianças que tem Down, elas estão indo em escolas muito longe. Então todas as mães se reuniram e viemos pedir para que nessa hora todos olhem para gente e dê escolas para nossos filhos. Porque aqui não tem classe especial, e aqui é uma escola muito boa. Então esta na hora de colocar escolas especiais para quem possui Down como meu filho.
& Maria Conceição – Nós temos um problema sério com esgoto nas ruas, nas ruas falta asfalto, o esgoto está em céu aberto. Já tivemos vários casos de hepatite e outras doenças. Eu tenho um filho com paralisia cerebral que também precisa de escola especial ele estuda aqui no CEU, mas não numa sala que seja adequada para ele com 36 crianças. Aqui na região só no Nobe Brasilândia são atendidas 75 crianças com a parte da saúde. Se as crianças precisam de sala de aula então vamos dar sala de aula para as crianças especiais.
Resposta (José Police Neto): Quitéria vem e fala que tem um problema fundamental na periferia de São Paulo e não é só aqui, que é a questão do ensino especial. E ela não veio sozinha depois dela veio a Maria Conceição daqui do Jd. Paraná veio falar de sua criança que tem PC, mas isso é um problema que temos muito que enfrentar. Aqui tem dois educadores professor Eliseu e professor Claudio Fonseca, que sabem o quanto tempo levou para a gente para envolver todas as crianças em um processo pedagógico educacional. As crianças com PC no passado estavam visadas a ficar isoladas. Isso é um processo novo de que todos que tem vida e têm que viver junto com todos os outros independentemente das diferenças. É uma questão de superação da sociedade, que durante um tempo longo, isolavam sim abandonavam sim e a gente tem que enfrentar sim. Essa recomendação que foi feita por vocês nos deixou com uma marca profunda, nos saímos daqui com uma responsabilidade junto a vocês.
Lucio José das Neves – A gente tem um trabalho na região focado no geral, mas delicadamente na parte também da saúde. O que eu queria reivindicar aqui é a gente viu que é um plano longo e extenso isso que é em 2016 que irá começar. Eu gostaria de uma atenção que tem e está marcado no tópico dois que é a questão da Av. Cantídio Sampaio. Se vocês passaram por ela agora e viram como é. Então é uma atenção que deve ser especial no horário de pico e no horário normal. Então deve ser estudado de imediato essa situação. Temos na Vila Brasilândia uma avenida que é a Saldanha que precisa de mais vazão no término quando encontra a Armando de Barros e com o fluxo da Cantídio Sampaio. Porque no final da avenida se torna um funil. Faz anos que ela esta parada, por isso precisamos estudar essa situação de imediato para que também melhore o fluxo da Cantídio Sampaio. Agora, a surpresa foi a questão do metrô, pois lutamos há muito anos por isso e a gente viu só em 2025 no plano (PDE), dá para antecipar? O Jd. Elisa Maria e o Vista Alegre passam por uma situação da saúde não temos uma Unidade Básica de Saúde
.& Manuel Messias
Primeiramente quero falar sobre a Cantídio Sampaio, pelo que eu estou vendo ai o projeto é para 2016. Mas eu queria se puder indicar de frente ao postinho policial, e pudesse fazer um desvio para o ônibus para entrar e parar para livrar o trânsito e não ficar parado no farol enquanto outros carros ficam atrás dele. Isso seria um projeto para socorrer a Cantídio Sampaio, porque ali é demais, a gente gasta de 1h55min para chegar daqui a Cachoeirinha. E a outra questão é melhoria de ambiente, a questão de saúde, nós não temos postos de saúde, o pessoal luta muito por isso. Outra questão são os projetos sociais. Existem escolas que ficam no Damasceno, nem todos vêm para o CEU estudar, pois é muito longe e a rua não tem nenhuma iluminação. Eu vinha caminhando e atrás de mim estava uma criança meio assustada, da mesma forma que eu queria dar atenção a ela para ela não vir sozinha, eu tive medo de ficar perto porque ela podia achar que eu poderia fazer mal a ela. O bairro deve ter iluminação e projetos sociais para a comunidade. Projetos sociais de esporte, lazer, cultura, educação, em geral.
& Airton Barros – Eu gostaria de falar um pouco sobre a rede estrutural da Freguesia e da Brasilândia, que era importante que no plano diretor ficasse contemplado a questão das macro-áreas, pois isso permite estabelecer um diagnóstico mais vivo de nossa região, então é importante que tenhamos as quatro macro-áreas de qualificação e urbanização consolidada, que é um eixo grande do lado central da Freguesia do Ó; as macro-áreas de consolidação; de qualificação e das áreas. Isso diminuiria a crise financeira e a grande concentração de miséria. E também gostaria que fosse contemplado tudo que estabelece no plano de 2002.
Resposta (José Police Neto): Lucio, Manuel e Airton, anunciam problemas que temos com a rede estrutural viária e com o sistema de transporte coletivo, todos eles apontam um problema emergencial, uma via estrutural da região, que obrigatoriamente precisa de melhoramento é para as pessoas ficarem mais confortáveis ou porque a avenida ficará mais bonita. Não! É porque virou um funil e ficar 6, 7 horas no trânsito, todos disseram que não é uma via que toda a extensão dela, quase toda foi ocupada e nem calçada, é difícil de até os carros passarem e nem gente pode passar, as pessoas têm que passar pela rua. Por isso que temos que regularizar o mais rápido possível e não dá para esperar até 2025. A forma é buscar outra modalidade que seja um veículo mais leve para que possa ir mais longe como o monotrilho que vai poder levar entorno de 400 pessoas. Mas o que importa para gente é sinalizar que o metrô vem para cá.
Tito de Oliveira – Força Sindical – Eu quero falar aqui de duas coisas, a regularização fundiária que nós ao chegarmos a aqui percebemos que a vários problemas de irregularidade fundiária e me parece que na comunidade de São Paulo isso incomoda muita gente. Quem assistiu na zona sul de uma área que estava invadida e foi desocupada. Então acho que aqui nessa região da zona Norte, temos esse problema que precisa de regularização fundiária, que precisa ser olhado com muito carinho. Porque nós estamos próximos à Serra da Cantareira, existe aqui também um sistema de tratamento de água que está próximo aqui da região e esse é o tratamento de água da SABESP. Então nós não podemos correr o risco de deixar expandir mais essa questão da ocupação e nem tão pouco de fazer essa regularização. E ai que queria fazer uma sugestão um sistema de tratamento de esgoto, uma estação de tratamento de esgoto dessa área para que não possa danificar os lençóis freáticos e cuidar dos córregos. Porque se não nós iremos perder essa área tanto por causa da irregularidade fundiária, quanto pela questão de tratamento de esgoto que é importante para a cidade. Outra questão é que São Paulo está saturada por diversas questões eu vejo que não adianta falar somente das questões viárias precisa-se também resolver a questão de emprego da cidade. Onde você possa ficar no seu próprio bairro, para desenvolver o crescimento econômico nessa cidade de SP.
Resposta (José Police Neto): O Tito traz a questão do tratamento do esgoto. Neste ano a Câmara Municipal definiu que o sistema de abastecimento de água e de esgoto na cidade de São Paulo não poderá ser privatizado nos próximos 30 anos ele terá que ser público, vai cobrar da Sabesp que é a detentora deste serviço 7,5% do seu faturamento, o que permitira o ingresso no município de R$ 300 milhões ao ano numa intervenção bastante simples para realizar a implantação do plano de regularização ambiental. Quando se fala em desconcentrar o emprego não é que só o emprego precisa estar perto da casa, mas sim desconcentrar a riqueza vem o desenvolvimento local. E isso diminui o índice alarmante de violência da cidade.
Valéria – A minha proposta de encaminhamento é sobre o Córrego Bananal, o parque linear que vocês colocaram que é proposta para 2012. Como moradora eu gostaria de saber se nos vamos ficar nos próximos três anos no mesmo martírio. E os moradores que moram na beira daquele córrego os barracos estão caindo como ficariam? Teria como dar uma acelerada nesse processo. Já que nos estamos há 30 anos ali e não agüentamos mais a dificuldade. E outra pergunta referente ao parque linear do Jd. Damasceno que ele parou, gostaria de saber o porquê foi interrompido as obras, para que pudesse dar continuidade
Resposta (José Police Neto): A Valéria nos traz outra recomendação sobre de tempo das ações para o Córrego do Bananal e que isso tem que sair do papel e ser antecipado. Mas tem isso das pessoas que moram na margem dele, mas está claro que a intervenção ali chegou a gente precisa é observar melhor a meta 2012 da para discutir com a comunidade, se essa é a menor meta. Sendo assim o Córrego do Bananal precisa-se saber o que tem feito e o que deve ser feito para a melhoria do local. Todas as metas estão para 2012 ou 2016.
Maria de Lourdes – Eu vou falar de um problema comum de todos. Eu moro aqui na região no Jardim Princesa há 37 anos. Então eu estou bem informada do trabalho de nossa comunidade. A gente tem um trabalho grande até na Casa Verde a gente vai. Então temos creches e sou presidente do PROCED do 72 DP, e fazemos parte do conselho de saúde de toda a região municipal como estadual. A minha primeira proposta eu gostaria que as subprefeituras tivessem a mesma verba que existem desde o início. Porque o subprefeito vive levando “porrada” dos moradores por falta de verbas para realizar atividades e melhorar o ambiente. A segunda proposta é que eu gostaria de saber do parque linear que já começou no Jd. Damasceno e está inacabada, a gente sabe que é falta de moradia, que não tem moradia e não foi feita nenhuma proposta aqui. Porque como é que vamos tirar os povos da beira do córrego, tem que ter moradia e a gente já tem a área só falta ter força de vontade. Precisamos de um posto, de médico para nos ajudar nessa região. Outra coisa aqui na Inajar de Souza saiu no Diário Oficial que iriam fazer uma creche, mas vão fazer um lixão ecológico.
Resposta (José Police Neto): Maria, o parque linear do Jd. Damasceno é um programa que já está sendo estudado pela secretaria do meio ambiente e tem questões de constrangimento em curso, que a gente precisa superar as dificuldades. Ela fala sobre a questão de moradia que ela esta trabalhando junto com a Caixa Econômica Federal, e com uma recomendação as Subprefeituras têm que ter um recurso orientado para aproximar as distâncias. Então o que ela diz. Não adianta ir lá na Lapa e ter muito dinheiro e lá a população já possui um número de investimento feito, então é diferente o ritmo que temos que investir para que a cidade seja mais justas. É verdade quantas questões nós temos que aprender e a partir de agora como esta sendo revisto pela primeira vez ele é orientador do que a cidade precisa fazer para buscar essa justiça social.

Reportagem: Alessandra Oliveira.
Edição: Alexandra Penhalver
02:02, 23-Sep-2009
SOLICITAÇÃO DE TRANSPORTE ESCOLAR VAI E VOLTA
Ao Excelentíssimo Sr.Subprefeito: Milton Roberto persoli
O abaixo-assinado, vem por meio de este solicitar,
Nós pais dos alunos da Escola (EMEF), residentes e domiciliados no bairro Jd.Damasceno, nesta cidade de São Paulo, viemos por meio de este Documento solicitar de V.Exª, o meio de transporte. A instalação de uma perua escolar vai e volta, a fim de atender aos alunos que estuda na Escola (EMEF) Jardim Damasceno, localizado na Av.Deputado Cantidio Sampaio,
Sabemos que a distancia que atende a este pedido e de 02 dois km, mas devido ter a construção do pq.linear, e a subida da rua ser muito longa temos que da volta pela Av.Dep.Cantidio Sampaio, onde ocorrem todos os dias acidentes com vitimas e não queremos que o mesmo aconteça com nossos filhos, tem muito transito e não tem calçadas no percurso via a Escola (EMEF) e acaba dando mais de 02 dois km, as crianças estão reclamando da distancia tem crianças com problemas físicos, e não podemos pagar um transporte por este motivo e outros pedimos por gentileza que atenda nossa solicitação.
Na certeza de sermos atendidos, encaminhamos esse documento assinados por todos os pais de alunos e moradores, e em duas vias que serão protocoladas em seu Gabinete.
Manuel
Associação .dos moradores da zona norte e adjacência
Cel. 9413-1453
02:22, 17-Sep-2009
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Equipe da subprefeitura trabalha no desfazimento das moradias irregulares
(Foto: Alion Pereira do Amorim)
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A Subprefeitura Freguesia/Brasilândia, junto a Operação Defesa das Águas, realizou nesta quinta-feira, dia 10, mais uma ação para desfazer moradias irregulares e evitar o desmatamento e a ocupação irregular de uma área particular no Jardim Damasceno.
Das 47 moradias existentes no local, 37 foram desfeitas e apenas dez permanecem no local, porém as famílias foram notificadas para desocupar a área.
Participaram da ação a Policia Militar, Guarda civil Metropolitana, Policia Ambiental; Defesa Civil e Agentes Vistores da Subprefeitura Freguesia/Brasilândia, além de cerca de 20 agentes de apoio.
A Operação Defesa das Águas é um conjunto de medidas da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado para controlar, recuperar e urbanizar os mananciais Guarapiranga, Billings e seu entorno (na Zona Sul) e das matas, córregos e nascentes, na Zona Norte.
02:57, 27-Aug-2009
NGD Norte - SVMA
PROGRAMA DE AGENDA 21 LOCAL
Ata da Reunião
Fórum: Freguesia do Ó/ Brasilândia.
Data: 04/08/2009
Horário: 19:30h – 21h
Local: Casa da Cultura Salvador Ligabue
Participantes: Adinoran Zamelato, Robson Cleber da Silva, Débora Z. Rodrigues, Regiane de Souza Zachelo, Julie Reiche, Luís Henrique Veloso, Manuel, Quintino, Tarcisio, Edson Araújo e Vanessa Pancheri.
Informes
- Reunião sobre o Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz dia 20/08 a ser realizada no auditório da subprefeitura de Freguesia do Ó/Brasilândia.
- Adinoran fará campanha da Agenda 21 por conta própria no jornal Progresso da Região.
- Divulgação do Cades na UBS Cruz das Almas, Vila Progresso.
- Plano Diretor FÓ dia 28/08 – 19h, no CEU Paz.
Discussão
- Divulgação do Cades de Freguesia do Ó/Brasilândia.
- Informações sobre a Agenda 21 (o que é, como manteremos os fóruns e discussões)
- Problemas no Damasceno: viabilidade da construção de uma rua asfaltada ligando o CDHU com o outro lado do parque linear; viabilidade de se fazer um viveiro de plantas no parque linear (como a prefeitura pode ajudar?), fazer projetos de reciclagem; realizar um projeto de ocupação do parque.; realização de plantio de árvores no local.
Encaminhamentos
- Montar uma plano de trabalho para a Agenda 21 e fazer o levantamento dos problemas da região (Plano Diretor).
- Divulgar o Cades na região: Manuel ficou de conseguir um lugar em Brasilândia para se fazer a divulgação.
- Averiguar os problemas do bairro Jardim Damasceno.
- Manuel se disponibilizou a nos levar para conhecer a região (data a ser marcada).
02:53, 22-Aug-2009

Oportunidades de Trabalho para profissionais do Lar (Domésticas, Babás e Cozinheiras)
02:47, 15-Aug-2009
Moradores da Brasilândia protestam contra lixo e param a Av. Cantídio Sampaio
Antes do nascer do sol, segundo relato dos moradores da favela Clara Nunes, ao lado do lixão, começava o despejo de entulhos e o sono, já interrompido na madrugada pelo barulho dos caminhões, findava. Pela manhã, o trânsito na Avenida, no sentido centro-bairro, era prejudicado pela fileira diária de caminhões de entulho; e ao longo do dia, os moradores viam facilmente os impactos do “lixo importado”: poeiras nas casas, terras e resíduos pelas ruas e diversos problemas de saúde gerados em um ambiente sujo.
No início da noite da última segunda-feira (3), os moradores cansaram de ser tratados como parte do lixo. Cerca de 300 deles, ajuntaram os resíduos, pedaços de madeiras e pneus, atearam fogo nos materiais e paralisaram o trânsito, sempre caótico, da Avenida Deputado Cantídio Sampaio. Duas viaturas do corpo de bombeiros foram chamadas para apagar o fogo. A PM foi convocada para reprimir o movimento, e o fez com balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio. Na tensão do conflito, os manifestantes quebraram o vidro de um ônibus. Apesar do tumulto, ninguém ficou ferido.
Nas manhãs de terça (4) e quarta-feira (5), a fila de caminhões de entulho voltou a dominar a Avenida, e o caos retornou à vida dos moradores. No começo da noite de quarta, novas manifestações. Desta vez, 200 pessoas incendiaram pneus em mais dois trechos da via e um novo tumulto se formou, sendo rapidamente reprimido pela PM. Dessa vez, a manifestação resultou em ferimentos leves em alguns manifestantes.
Pela manhã da quinta-feira (6) foi possível verificar os indícios dos protestos da noite anterior, como o asfalto queimado e os resíduos carbonizados, em trechos da Avenida Deputado Cantídio Sampaio. Duas diferenças, em relação aos dias anteriores saltavam aos olhos: havia um policiamento ostensivo nos bairros do entorno; e a habitual fila de caminhões sumiu.
É impossível prever se o problema dos moradores está definitivamente resolvido. Não será surpresa, se após a meia noite, em algum dia desses, o barulho dos caminhões de entulho volte a perturbar o silêncio das madrugadas. Certezas, nesse drama da vida real, não existem. Pelo contrário, o que há são muitas dúvidas a serem esclarecidas pelas autoridades públicas: a extinta pedreira pode funcionar como lixão? Onde está a fiscalização da “lei do silêncio” quando o barulho dos caminhões de entulho importuna o sono dos moradores da região? Caminhões estacionados na via, por tempo indeterminado não devem ser multados, como determina a Código Brasileiro de Trânsito? Por que sempre a Brasilândia é a escolhida para ser o “lixão” da cidade?
Fonte: Pascom Brasilândia
02:32, 14-Aug-2009
Rua de Lazer
Convidamos os moradores do Jd. Damasceno, E bairros vizinhos para participar dos eventos realizados nos dias de Domingo e feriados Compareçam e tragam sua família e amigos Nos eventos teremos jogos e vôlei, basquete, Brincadeiras e muito mais compareçam contato: Rua Delfim galo n.60 Jd. Damasceno
Responsável, Manuel. Cel.9413-1453
Meio Ambiente,
Manuel e Quintino, da Associação , dos moradores da Zona norte e Adj. Associação de mães do Jd.Damasceno, e . Movimentos Ousadia popular, Fizeram uma Operação limpeza na cachoeira entre o Jd.Damasceno e Jd.paulistano com o apoio da Subpref, Preservando o meio ambiente e cuidando das reservas ambientais não vamos ter problema com falta de água esse e um exemplo para os moradores do Jd.Paulistano pedimos que não Joguem lixo na cachoeira preserve: o verde e meio ambiente OBS. Sempre fazemos estes trabalhos na área ambiental próxima Operação limpeza na Cachoeira no dia 30/03/ 09 com presença dos
Funcionários da Subpref, e das Comunidades, diz Manuel.
Obra do pq. linear
Do parque linear no inicio estava a todo vapor a cada dia se alongava após as eleição ta quase parando Extensão da Obra, esperamos melhorias para toda Comunidade do Bairro após a conclusão do parque,
Precisamos urgente que os Responsável pela a Obra Faça a ligação da Rua Hugo Ítalo merigo com a Rua da ( CDHU ) executando esta Obra e ligando Esta rua vai Beneficiar a todos moradores tanto do Jd.Damasceno quanto os moradores da (CDHU) diz Manuel e Quintino.
ESCOLA GENESIO
Pais e Alunos, Amigos da Escola, O Aluno Cabe a cada um zelar pela preservação, conservação, e
asseio da escola, normalmente no que diz respeito a instalações, material didático, mobiliário e espaços verdes, fazendo o uso adequado dos mesmos, a respeitar a propriedade dos bens de todos elementos da comunidade educativa, Os Pais, orientar seus filhos que devem zelar e cuidar do patrimônio publico que e nosso, sabemos que hoje usamos este espaço, amanha e outros então todos precisa e devem cuidar da Escola Dicas: Em casa oriente seu filho que ele não deve praticar vandalismos na Escola,respeitar de um a todos exemplo: a Diretoria, monitores, professores, e aos colegas de sala, faça sua parte. não basta só criticar e sim cuidar.
1.Ouça com atenção as manifestações de seu (s) filho (s) sobre a escola. Às vezes, ele demonstra contrariedade com razão, em função de problemas que esteja enfrentando sem que os pais saibam.
2.Ensine seus filhos a contornar e evitar brigas. Mas, se ocorrerem, lembre-se de que também já foi criança. E que brigas fazem parte do relacionamento humano. Só fique atento a brigas freqüentes, ou àquelas que provoquem ferimentos.
3.Em todos os grupos de pessoas, inclusive nas salas de aula, há os líderes negativos, que usam a força para intimidar os demais. Se o seu filho comentar sobre colegas deste tipo, e houver ameaças a ele, entre em contato com a direção da escola ou com o (a) professor (a) responsável pela relação com os alunos e pais.
4.Explique a seu filho que os pátios de escola, normalmente de cimento ou pedra, não são os mais adequados para corridas e jogos que envolvam contato físico. Isso pode evitar acidentes, dos mais simples aos mais graves.
5.Desde pequenas, as crianças devem ser orientadas para não permitir que adultos abusem delas. Não é necessário explicar cada detalhe das relações sexuais, mas sim alertá-los para que não permitam contatos mais próximos com estranhos. E para que informem aos pais qualquer situação dessas.
6.Antes do reinício das aulas, alguns pais, de um grupo de vizinhos, amigos ou conhecidos, devem visitar a escola, pois, às vezes, obras modificam os locais em que as crianças estudam e brincam, tornando-os mais perigosos.
7.Também é muito importante conhecer os professores, seguranças, demais empregados, enfim, todos os que trabalhem na escola e tenham contato com seus filhos..
8.Avalie cuidadosamente se pode ou não liberar seus filhos para ir e voltar da escola sem acompanhantes. Isso dependerá de fatores como horários, distância de casa, iluminação (se for ao final da tarde ou à noite), características da rua e das imediações da escola, sinalização de trânsito etc. No caso de longas distâncias, em que seja necessário utilizar transporte escolar ou público, avalie cuidadosamente as opções disponíveis.
9.É indispensável que adolescentes, quando começarem a se deslocar sozinhos, informem aonde irão, horários de ida e de volta, e levem um aparelho celular com a bateria carregada.
10.Procure conhecer as famílias e os locais onde morem os principais amigos de seus filhos – aqueles que o visitem e são visitados por ele.
11.Se desconfiar que seu filho tenha sofrido qualquer tipo de violência, converse calmamente com ele, sem pressioná-lo. Caso contrário, ele poderá se sentir culpado por algo que não fez, e não contará nada.
12.Súbito desinteresse pela escola, pedido para faltar à aula, notas repentinamente baixas podem indicar problemas na escola. Converse com seu filho, com professores e com orientadores pedagógicos.
13.Se a escola oferecer armários para que o aluno guarde sua mochila, livros etc., vale a pena utilizá-los. Isso evitará que ele carregue peso excessivo, e que corra o risco de assaltos. 14.Explique a seu filho por que é importante evitar ostentação. Crianças e adolescentes, de preferência, não devem usar tênis, relógios e outros acessórios muito caros ou chamativos, especialmente quando estiverem sozinhos.
15.Mesmo que seu filho tenha liberdade de ir e vir à escola sozinho, de vez em quando vá esperá-lo, sem prévio aviso, não por desconfiar dele, mas para conhecer as condições em que circule na ida e na volta da escola. >16.Para pré-adolescentes (por volta dos 10 anos de idade), é indispensável uma boa conversa sobre cigarros, bebidas alcoólicas e drogas. A conversa deve ser mais explicativa
do que do gênero ‘lição de moral’, que os jovens odeiam.
17.Os pais que sejam amigos dos filhos, mantendo um diálogo franco e aberto, conquistarão a confiança deles. E, com isso, saberão mais rapidamente quando houver um problema. 18.Quem fuma, exagera na bebida alcoólica ou usa drogas, dificilmente terá autoridade para dizer aos filhos que não façam isso.19.Não se pode privar os filhos totalmente de liberdade, em nome da segurança. Eles se tornarão pouco experientes e sujeitos, portanto, a situações de perigo.
20.Quando seu filho cometer um erro na escola, se sair mal em uma prova, ou for punido por atitude indevida, não exagere nas críticas, nem acabe com a auto-estima dele. Filhos que não confiem nos pais são aqueles que tendem a cometer os erros mais graves. Paciência e de flexibilidade na avaliação das atitudes de crianças e jovens contribuem para um bom relacionamento com eles, e são excelentes para evitar o isolamento, as drogas e a violência.
ESCOLA EMEF. ( IADOYA Jd. Damasceno
No ano letivo de 2008 ano de eleição,
Foi implantado o transporte escolar vai e volta passou –se, as eleições a secretaria de ensino, retirou o beneficio que foi conseguido através de muita luta e por meio de baixo assinado por mim (Manuel) a irmã da igreja (Eliane) e pais de alunos, segundo a secretaria de ensino não vai ter o beneficio no ano letivo de 2009 alegam- se que o percurso não da dois 02 KM sendo que as crianças andam mais que dois 02 KM,, deixando muitas crianças com alguns problemas físicos não tendo como se como- velo ate a escola por motivo da distancia e ter que andar de apé pela Avenida Dep. Cantidio Sampaio onde o percurso da mais que o exigido pela a secretaria de ensino sem falar do perigo que pode acontecer com estas crianças, muitos deles vai em companhia de outras crianças, motivo muitos pais tem que trabalhar, e não pode pagar o preço cobrado por um transporte particular, tem criança que mora no Jd. Paraná assim dando em media 03 KM, como dizem eles da secretaria que não da o percurso exigido, mesmo tendo alguns alunos que mora mais perto do colégio se não fosse a obra do pq. linear ai sim eles travam certo de retirar mais tendo que andar ate avenida e em seguida ao colégio da sim mais que 02 KM. sendo que o combinado segundo a dona, Antonieta, da secretaria de ensino o transporte iria atender as crianças ate o fim das Obras do pq., linear, segundo dona, Antonieta o nosso Combinado segundo a Sra. mesma mim disse, Vamos ver no que vai da até o dia que tiver um acidente com uma desta crianças , e o que não desejo para eles.Bronca, por Manuel.
Visita aos índios na Tribo dos guaranis,
As Associações, Associação de mães do Jd.Damasceno , Associação dos moradores da zona norte e Movimento Ousadia popular. Organizou,Este passeio e levou Outras Associações locais para Visitarem a tribo dos índios guarani,Neste evento foi um Ônibus e uma perua Levamos muitas doações de alimentos e roupas Devido as casinhas deles ser precária ainda pegou fogo Em 06 casas, estão precisando de colchão, cobertores, Roupas e calçados,Obs. estão precisando de materiais escolares exemplos Lápis, canetas, cadernos,Tive no local e vi de perto a necessidade deles e quem Poderem ajudar nossos índios entre em contato: Com Manuel, Retiramos no local.Esse e mais um trabalho Social
Abandono total no Jd. Damasceno
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As Ruas do Bairro estão todas esburacadas não fazem nada só no Tempo de eleição que aparecem gente prometendo de tudo para Melhorias do Bairro, São muitos Buracos,
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Rua sem Asfalto, Muitos vazamentos de esgotos, Escadas com esgotos a céu aberto, e muitas Sujeiras nos terrenos baldios.
Convite, pro meio Ambiente
A quem gostar e tiver interesse em meio Ambiente,
Participar das palestras é dar palestras sobre ( meio Ambiente ) Sempre haverá operação de limpeza nas cachoeiras e na Serra da Cantareira, fica o Convite aos interessados. Mais Informações Com Sr. Quintino ou Manuel. 9413-1453
Metrô vai chegar a Brasilândia
05/12/2008 - Freguesia do Ó Metrô Freguesia agora vai chegar a Vila Nova Cachoeirinha e Brasilândia (Foto: Nathalia Estevam A Linha 6 - Laranja Freguesia do Ó - São Joaquim, anunciada em maio, ganhou mais 8 quilômetros, com duas ramificações de quatro quilômetros cada uma e chegarão até a Vila Nova Cachoeirinha e Brasilândia. Cerca de 600 mil pessoas serão beneficiadas por dia com transporte rápido e de qualidade. A Prefeitura já transferiu ao Governo do Estado R$ 503 milhões para ampliação da malha metroviária. Além dos R$ 75 milhões para a Linha 6 - Laranja, foram destinados R$ 30 milhões para as desapropriações e obras outras regiões da cidade. O Metrô prevê o início das obras para 2010 e o término, para 2012. Os projetos básico e funcional definirão o trajeto da linha, localização e arquitetura das estações. No total, serão 18,4 quilômetros, com 17 estações. Na Freguesia do Ó, haverá uma bifurcação com um Trecho que seguirá para a Vila Nova Cachoeirinha - onde será construída uma estação do Metrô ao lado do terminal de ônibus urbano; e outro trecho seguirá até a Brasilândia. Cada ramal terá três Estações.
02:14, 9-Aug-2009
Kassab visita Parque Linear do Canivete, no Jd. Damasceno
A obra já fez o principal: retirar 600 famílias que moravam em situação de extremo risco. Agora vem a parte do saneamento e do paisagismo, que inclui lazer para a comunidade que vive junto ao córrego do Canivete, que nasce na serra da Cantareira. Nesse ponto do Jardim Damasceno o Canivete se une ao córrego do Bananal, onde está previsto o futuro Parque Linear do Bananal, sem prazo definido para início de obras. 
Antes, quem passava pela av. Dep. Cantídio Sampaio não enxergava o vale nem o córrego do Canivete. Ambos estavam encobertos por centenas de barracos e imóveis irregulares. Cecília Nammur, diretora de Sehab-Habi/Norte, responsável do poder público pela área de habitação na ZN, disse que durante mais de 30 anos ninguém teve coragem de enfrentar o problema. No início do processo de retirada das famílias foi preciso o envolvimento da cúria metropolitana, pois a comunidade oferecia resistência. Foram dois anos e meio de trabalho, até que as obras pudessem começar.
Das cerca de 600 famílias, 69 mudaram para unidades da CDHU na Zona Leste. 120 famílias têm o aluguel pago pela prefeitura até que fiquem prontas as unidades habitacionais em City Jaraguá. As demais receberam de 5 mil a 8 mil reais, e deixaram o local onde viviam em condições sub-humanas. Então surgiu o projeto executivo do parque linear. O custo da obra supera os R$ 10 milhões, quase todo assumido pela Secretaria Municipal de Habitação. Porém as diretrizes ambientais são dadas pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.
O prefeito acompanhou as obras com o subprefeito Marcelo Bruni e o secretário do Verde Eduardo Jorge. Também presentes o vereador Claudinho e o deputado Celino. Kassab ficou meia hora: viu as fotos do "antes e depois" e plantou duas mudas na av. Dep. Cantídio Sampaio. Após a despedida do prefeito, o secretário Eduardo Jorge caminhou 800 metros até o final das obras, onde o córrego do Canivete entra na área urbana. Todo parque linear, de 75 mil m2, será gramado, com diversos equipamentos esportivos e de lazer. Porém a área ainda está crua, com terra batida. Porém já está finalizada a parte de canalização aberta e de guias e calçadas, conforme explicou o arquiteto responsável da SVMA, Sun Alex. Os moradores de um grande conjunto CDHU, ao lado do parque, serão os maiores beneficiados.
As moradoras Maria Selma e Maria Goretti, que vivem há quase 30 anos em frente ao córrego, disseram que antes era "porco, cachorro, cavalo morto, tudo quanto é bicho", e que agora a situação é outra. Mas contaram que a comunidade vive outro drama: o trânsito durante o horário de pico na av. Dep. Cantídio Sampaio beira a calamidade pública: os ônibus levam mais de uma hora para andar cerca de 5 km entre o Jardim Damasceno e o terminal de ônibus Cachoeirinha. O subprefeito Marcelo Bruni afirmou que não existe previsão de nenhuma obra de expressão para ser realizada na avenida.
A boa notícia é a confirmação da criação de cinco grandes parques envoltórios da serra da Cantareira. São eles: Taipas, Bananal-Canivete, Bananal-Itaguaçu, Bispo e Santa Maria, perfazendo um total de 8,5 milhões de m2. O prefeito já decretou a utilidade pública dessas áreas e, durante a entrevista coletiva reafirmou a importância desses parques. Segundo o secretário Eduardo Jorge, a questão agora está nas mãos da Secretaria de Negócios Jurídicos, para definição de limites e de proprietários, para realizar a desapropriação.
02:32, 7-Aug-2009
» Visita a tribo do indios
Visita aos Índios pela segunda vez neste mês e leva para os Mesmos muitas Doações os Índios ficam feliz pelo o apoio e agradece Na foto acima esta o Índio Pager e as mulheres da tribo retirando As Doações,o Pager fala das necessidades da reconstrução das casas Que pegou fogo e pede apoio, a nos mas fica dificio Porque não temos como ajudar, O índio Pager agradece pelo o apoio. Equipe, Manuel,Daiane, e Nega. Assoc.dos moradores da zona norte e Adjacências Assoc.de mães do Jd.Damasceno Tel. (11) 9413-1453
| Visita a tribo do Indios |
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02:18, 7-Aug-2009


02:13, 7-Aug-2009
Alimentos arrecadados na festa Benefeciente

Foi arrecadado 2.700 kg de alimentos e repassados para as familias carentes do bairro

02:07, 7-Aug-2009
E feito limpeza diariamente por nois da Associação devido o uso dos visitantes e o abandono pelos os responsavel pela mesma

02:21, 1-Aug-2009
indias na tribo
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Visita aos Índios pela segunda vez neste mês e leva para os Mesmos muitas Doações os Índios ficam feliz pelo o apoio e agradece Na foto acima esta o Índio Pager e as mulheres da tribo retirando As Doações,o Pager fala das necessidades da reconstrução das casas Que pegou fogo e pede apoio, a nos mas fica dificio Porque não temos como ajudar, O índio Pager agradece pelo o apoio. Equipe, Manuel,Daiane, e Nega. Assoc.dos moradores da zona norte e Adjacências Assoc.de mães do Jd.Damasceno |
02:21, 1-Aug-2009

Festa das crianças, com atração de peça de teatro, e muitos outros artistas. distribuição de brinquedos, sorteio de sexta basicas,e biciletas,e com show ao vivo.
02:54, 21-Jul-2009
Precisamos de doação: para continuar atendendo as familias carentes,que são muitas e procuram por atendimento social na entidade,
pode ser doação de qualquer especie:
contato: Tel. (11) 94131453 ou Email- Manuelfcosta_123@hotmail.com
ou faça uma visita estamos de portas abertas para nós atedelos.
02:32, 21-Jul-2009
Ndee Naldinho

Ndee Naldinho

20 Samba

Publico

Alimentos arrecadados na festa Benefeciente


Evento Com a Comunidade no Bairro Com Varias Atrações de Bandas do Bairro de diversos estilos A Festa em prol das Crianças no dia 26/05/07 na Escola Genésio foi um Show e Sérvio para ajudar as crianças da Comunidade ( Organizada ) Por Manuel da Associação de Mães do Jd.Damasceno,e Com Apoio do ( Binho Gavião da Fiel Damasceno) Valeu Comunidade que Compareceram no Evento; este e um Exemplo: Para Outras Comunidades.
O Manuel , volta a agitar o Bairro agora com mais uma das suas atividades no Bairro Junto com a Comunidade, festa Beneficente: com varias grupos, com a presença confirmada de grupos famosos Axé, Forró , pagode. e outros, a Festa será no Colégio GENÉSIO dia 19/04/08 pedimos a presença de todos que comparecerem ao evento: ( Organizada ) Por Manuel da Associação
Manuel / da Associação dos moradores Fez Doação de Donativos para comunidade.
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O Manuel volta a agitar o Bairro agora com mais uma das suas atividades no Bairro Junto com a Comunidade, festa Beneficente: com varias grupos, com a presença confirmada de grupos famosos Axé, Forró , pagode. e outros, a Festa será no Colégio GENÉSIO dia 19/04/08 pedimos a presença de todos que comparecerem ao evento: (Organizada ) Por Manuel, da Associação)
Festa Realizada no dia 19/04/08 no Colégio Genésio de Almeida moura / Organização: Manuel
Atrações:
Luca & Leandro / Prata & cia / Samba OZ / Produto do mundo / Mcs Gordão / Nova geração do samba / Ney Solitário do brega / Sistema opera / Trilha sonora do gueto / Nilsinho dos teclados / Arte do samba / 20 Samba / Ndee Naldinho / Entre outros
Valeu Comunidade que Compareceram no Evento; este e um Exemplo: Para Outras Comunidades. Foi Arrecadados 2.700 kg de Alimentos e doado as Famílias Carentes do Bairro:
Agradeço: primeiro a deus, e todos que compareceram ao evento,
O Senhor sustenta todos que caem e Levanta todos abatidos
Festa Realizada pela Associação dos moradores da zona norte e Adj.
02:22, 21-Jul-2009
Projetos:
O Objetivo Desta Associação: Com a Comunidade e Lutar por Moradia, Educação, Cursos Diversos, Saúde, Segurança, Meio Ambiente, e o Bem estar de todos. Com a Comunidade e a Preocupação com os adolescentes Com os Idosos, que Infelizmente são esquecidos Trazer para a comunidade cursos, cultura, esporte, saúde, e lazer:
NOSSOS: Cursos
Cursos na ( AMZNA ) com nossos alunos artesanal curso de manutenção de micro etc. levar os conhecimentos as escolas na sala de aula Como por exemplo: o meio ambiente etc. Os vídeos se encontra com (AMZNA) As escolas que tiver interesse em Meio Ambiente entre em contato conosco.
02:14, 21-Jul-2009
Visita aos Índios pela segunda vez neste mês e leva para os Mesmos muitas Doações os Índios ficam feliz pelo o apoio e agradece Na foto acima esta o Índio Pager e as mulheres da tribo retirando As Doações,o Pager fala das necessidades da reconstrução das casas Que pegou fogo e pede apoio, a nos mas fica dificio Porque não temos como ajudar, O índio Pager agradece pelo o apoio. Equipe, Manuel, Daiane, e Nega. Assoc.dos moradores da zona norte e Adjacências, Assoc.de mães do Jd.Damasceno, Tel. (11) 9413-1453